(11) 5185-0570

(11) 99907-6292

Av. Arnolfo de Azevedo, 84 - Pacaembú - São Paulo - SP - 01236-0360

Unhas

Saiba Mais
As unhas são produzidas por células cutâneas que estão nas pontas dos dedos das mãos e pés. São compostas primariamente por queratina, uma proteína dura também encontrada na pele e cabelos. As unhas dos dedos das mãos crescem mais rápido que as unhas dos pés. As unhas também crescem mais rapidamente no verão do que no inverno. As unhas da mão dominante de uma pessoa cresce mais rápido e as unhas dos homens crescem mais rápido do que das mulheres, exceto na gravidez e nos idosos. O crescimento das unhas pode ser afetado por doenças, alterações hormonais e processos da idade. A média de crescimento das unhas é de 0,1 mm por dia, taxa individual que depende da idade, época do ano, nível de atividade e herança genética.

Desordens das unhas comprometem 10% de todas as condições cutâneas. Devido a sua localização as unhas sofrem vários tipos de traumas. A maioria das pessoas já machucaram suas unhas prendendo nas portas, tiveram unhas encravadas ou até tiveram infecções por vírus, fungos e bactérias. Algumas vezes ferimentos nas unhas dos pés resulta da atividade física por usar calçados esportivos inadequados. A maioria dos traumas de unha cicatriza espontaneamente, outras doenças mais sérias ou traumas requerem tratamento profissional. Sintomas que poderiam sinalizar problemas de unhas incluem alteração de cor e formato, descamação das unhas e da pele ao redor das unhas, dor, persistência de linhas brancas ou negras, dentes ou ranhuras nas unhas. Unhas frágeis e quebradiças e que devem ser advertidas ao dermatologista.
   
As unhas não têm apenas função estética, mas também são funcionais. Elas são lâminas de queratina que recobrem os dedos e são divididas em matriz, placa aderente ao leito, dobras ou pregas laterais e borda livre. A espessura da unha varia de 0,5 a 0,75 milímetros, com algumas variações individuais. As alterações patológicas das unhas são multiformes, podendo ser congênitas, hereditárias ou adquiridas. A matriz da unha absorve água e sua flexibilidade depende disso. Uma unha doente é seca, quebradiça, sem brilho e mais endurecida. Por outro lado, uma unha saudável é hidratada, fácil de reparar, brilhante e mole. 
Alterações nas unhas
   
Algumas alterações encontradas diretamente nas unhas podem denunciar doenças diversas como a Síndrome das Vinte Unhas. Este mal compromete todas as unhas, que apresentam lâminas opacas, acinzentadas e com estrias longitudinais. A causa é desconhecida e não há tratamento indicado.

Muitas podem ser as alterações das unhas em enfermidades de pele. Dentre elas a Psoríase é umas das mais frequentes, em que as deformidades das unhas podem ser a única manifestação da doença. Suas características mais comuns são unha em dedal, superfície rugosa, perda de brilho e mudança de cor. Às vezes pode ser confundida com micose, portanto o médico poderá fazer a diferenciação através de exames micológicos e clínicos. No Líquen Plano pode ser a única manifestação da doença, ou associar-se ao quadro de comprometimento cutâneo-mucoso.  
   
Depressões puntiformes ou lineares, superfície rugosa e sem brilho ou com estrias e espessamentos podem ser eventuais sinais da Alopécia Areata. Já unhas quebradiças e a presença de estrias brancas na borda livre da cutícula pode caracterizar a Doença de Darier.

A Epidermólise Bolhosa é a atrofia ou perda da unha através de cicatriz anormal e grossa no leito da unha. Por outro lado, o descolamento da unha por lesões abaixo das unhas, identifica Pênfigos e Penfigóides. Sulcos e espessamentos também podem ser Pitiríase Rubra Pilar. Tanto a Necrólise Epidérmica Tóxica e a Síndrome de Stevens-Johnson aparecem através do descolamento total e perda da unha. Estas últimas, quadro graves, frequentemente estão associadas ao uso de medicamentos. 
   
Dentre as alterações ligadas a doenças sistêmicas temos:
Doenças cardiorrespiratórias, caracterizadas como as unhas em vidro de relógio, que tem convexidade exagerada e cor azulada (cianose) no leito da unha, além de dedos em forma de "baqueta de tambor". Presente em quadros com insuficiência respiratória crônica e cardiopatias, a unha fica redonda e curva, porém menos espessa.

A Síndrome das Unhas Amarelas, é associada a processos pulmonares como bronquite crônica, bronquiectasias, derrame pleural e câncer pulmonar. Doenças do fígado, apresentam alterações como descolamento da unha, forma alterada, estrias, fragilidade e unha em cristal. São frequentemente encontradas em pacientes portadores de cirrose.

Doenças gastrointestinais são exemplificadas como na Colite Ulcerosa de Crohn, Polipose e outras doenças desabsortivas, onde encontramos unhas com alterações de forma, cor e descolamento.

Doenças renais vêm acompanhadas de estrias brancas transversais chamadas de "unhas meio a meio". A porção proximal tem cor esbranquiçada e a distal vermelho rósea ou às vezes castanha. Alterações de forma e cor, além de unhas frágeis também são encontradas em doenças renais crônicas. 

Doenças endócrinas são caracterizadas, por exemplo, por unhas grandes na acromegalia. No hipertireoidismo as unhas crescem rapidamente e podem ficar amolecidas, além do descolamento do leito, estrias e formato em colher. Ao contrário, no hipotireoidismo o crescimento é lento e as unhas quebradiças. No diabetes, há anomalias nas unhas que são secundárias à neuropatia ou às alterações vasculares da doença. Ocorrem também infecções bacterianas ou fúngicas juntamente com deformações nas unhas.

Em anemias graves, ocorre palidez do leito ungueal. Na micose fungóide e nos linfomas há prurido (coceira), e desgaste da unha.

Doenças psicogênicas são observadas em pacientes que comem unhas, como por exemplo, o impulso compulsivo com roedura e destruição total ou parcial. Em escoriações neuróticas encontramos unhas desgastadas pela coçadura. 
   
Nas doenças vasculares podem estar deslocadas, azuis, com estrias e alterações de curvatura.

Nas doenças carenciais ou metabólicas, como na avitaminose A, as unhas ficam adelgaçadas, parecendo casca de ovo. Na deficiência de Vitamina B12 são descritas alterações pigmentares, já na avitaminose C pontos vermelhos e azuis.

Em alterações ligadas ao uso de drogas ou toxinas encontramos linhas brancas transversais, como, por exemplo, com o uso de tetraciclinas. Neste caso, podem surgir unhas de coloração amarelada. A administração de isotretinoína pode induzir ao crescimento excessivo de tecido de granulação nas bordas das unhas.

Existe uma infinidade de patologias que se manifestam sozinhas ou associadas a alterações das unhas. Portanto, se perceber distúrbios de forma, cor ou fragilidade, procure o médico dermatologista para uma investigação diagnóstica adequada. 
 
Unha encravada (onicocriptose)
A unha encravada ocorre quando uma de suas pontas enterra na pele ao seu redor. Isto acontece porque a pele forma uma barreira ao seu crescimento e, como a unha não pára de crescer e é mais dura, ela penetra na pele causando dor e inflamação.

A causa é, geralmente, o hábito errado de se cortar os cantos das unhas. Isto causa a formação de uma ponta na extremidade cortada e permite que, com o peso do corpo, a pele que antes estava embaixo da unha, se projete para cima e entre na frente da mesma. Com o crescimento, a unha encrava neste local.
   
O uso de sapatos de pontas finas também facilita o encravamento das unhas. Em crianças recém-nascidas, o uso de macacões com pés fechados pode ocasionar o problema se não forem bem folgados.
   
Os dedos mais atingidos são os dos pés, principalmente os "dedões" e as unhas encravam quase sempre pelos cantos. O quadro se inicia com dor local que vai aumentando de intensidade e pode se tornar insuportável. A pele ao redor da unha fica inflamada, inchada e avermelhada, podendo haver eliminação de pus e formação de um granuloma piogênico.
   
Para evitar o encravamento das unhas, nunca as corte pelos cantos, mantendo sempre as pontas livres. As unhas dos pés devem ser cortadas retas. Evite cortar as unhas curtas demais, deixando sempre uma pequena faixa de borda livre (aquela parte branca). Evite usar calçados apertados.
   
O tratamento varia de acordo com a intensidade de cada caso. Desde medidas simples, como o afastamento da pele inflamada por um chumaço de algodão até procedimentos cirúrgicos para remover o tecido inflamado ou destruir a matriz da unha no canto onde ela encrava, podem ser necessários. A extração da unha deve ser evitada pois, quando ela voltar a crescer, pode encravar novamente. O tratamento cirúrgico visa desobstruir a passagem da unha, que pode então crescer livremente.
Em caso de infecção secundária, pode ser necessário o uso de antibióticos de uso local ou via oral. O granuloma piogênico (carne esponjosa), quando ocorre, deve ser cauterizado com substâncias químicas ou então através de eletrocoagulação. O tratamento ideal para a unha encravada deve ser determinado pelo dermatologista
 
Para renovar a unha dos dedos da mão ou do pé são necessários cerca de 6 e 12 meses, respectivamente, mas num adulto com problemas de circulação pode ser mais demorado.

As unhas respondem de modo relativamente monótono às agressões e uma alteração da unha como uma mancha branca ou amarela ou uma depressão pode ter causas muito diferentes. O Dermatologista está habituado a reconhecer as alterações das unhas e, se necessário, proceder aos exames necessários para esclarecer a causa das alterações.
   
Nem todas as alterações das unhas são micoses. As unhas sofrem quando a pele à sua volta está doente (psoríase ou eczema), por traumatismos crónicos e repetidos (uso de calçado apertado, um tique de roer ou “massacrar” a unha pode torná-la grossa e amarelada), por traumatismos agudos (movimentos intempestivos ou um hematoma após prender o dedo na porta podem descolar a unha), alguns tumores da pele ou do osso podem afetar as unhas (exostose subungueal) e algumas doenças internas afetam o crescimento da unha (anemia grave, alterações de tireoide).
   
As infecções não são, portanto, a principal causa de alterações, mas alguns fungos afetam particularmente as unhas. Nas mãos, é mais frequente a infecção por leveduras do gênero Cândida, que inflamam a pele ao redor da unha, que se torna dolorosa, com pus (panaríceo) e secundariamente a parte lateral da unha fica acastanhada e separada da pele. A imersão prolongada das mãos em água e a diabetes são fatores facilitadores deste tipo de infecções.
   
Nos pés são os dermatófitos que causam as infecções das unhas ou onicomicoses. Estas surgem muitas vezes por frequentarmos locais quentes e úmidos (saunas, piscinas), sendo mais comuns no verão. Nestes casos não há dor, mas as unhas ficam com áreas de coloração amarelo acastanhada, tornam-se mais grossas e podem esfarelar-se. Estas infecções fúngicas das unhas curam-se, habitualmente, com comprimidos antifúngicos utilizados de forma prolongada, podendo a remoção da zona parasitada por corte ou abrasão, bem como o uso de alguns esmaltes antifúngicos, potenciar o efeito do tratamento sistêmico.
   
Unhas frágeis e quebradiças são também uma queixa frequente, sobretudo nas mãos e em pacientes que frequentam a manicure com assiduidade, ou que têm as mãos frequentemente expostas à agua e produtos químicos.
 
Cuidados com as unhas:
  •  Não corte as unhas até o "sabugo", deixe sempre uma pequena porção da borda livre.
  • Não corte as unhas dos pés pelos cantos, isso evitará que elas encravem.
  • Não retire ou afaste as cutículas, elas protegem a matriz ungueal da ação de substâncias químicas e/ou microorganismos.
  • Evite usar endurecedores de unha, eles podem causar ressecamento e manchas.
  • Evite deixar as mãos úmidas por muito tempo. A umidade excessiva favorece o surgimento de micoses .
  • Deixar de usar esmaltes durante 1 semana por mês, usando um hidratante com uréia neste período, ajuda a evitar o ressecamento e desfolhamento das unhas.
  • Tenha o seu próprio material de manicure ou use apenas material que foi esterilizado em autoclave para evitar a transmissão de doenças.
  • Se a unha está encravada, cortar o canto que encravou não vai resolver o problema. Quando a unha crescer, vai encravar de novo. Procure um dermatologista para o tratamento adequado.
  • É importante corrigir a carência de ferro e outros nutrientes, desequilíbrios hormonais e perturbações circulatórias, para que as unhas fiquem saudáveis.
  • Evitar molhar muitas vezes as mãos e usar produtos químicos que dissolvem os lípidos intercelulares (cimentos, solventes, sal, ácidos, anilinas, açúcar).
  • Nas profissões mais expostas, usar luvas duplas de proteção (luvas de algodão sob luvas impermeáveis).
  • Não devem ser usados regularmente alguns procedimentos cosméticos, como a remoção do esmalte com acetona, o “amolecimento” das cutículas com soluções alcalinas ou a aplicação de endurecedores à base de resina de formaldeído.
  • O uso generoso de cremes emolientes, sobretudo após a lavagem das mãos é uma boa rotina preventiva.
  • Manter as unhas secas e limpas ajuda a afastar bactérias e outros microorganismos infecciosos.
  • Se as unhas dos pés estão grossas, deixe-as em água quente com sal por 5 a 10 minutos, aplique creme de uréia, o qual amolecerá as unhas, e se tornará mais fáceis de cortá-las.
  • As unhas podem e devem ser cortadas retas, não fazendo curvas em suas bordas.
  • Evitar manipular unhas encravadas, principalmente se já estão infectadas, procure um tratamento com um dermatologista.
  • Reportar qualquer irregularidade ungueal a um dermatologista, alteração de unhas, secreção e dor podem ser sinais de um problema sério. 
 A maioria dos problemas das unhas pode ser eficazmente resolvido, sendo aconselhável consultar um dermatologista quando estes surgem. Nos casos em que não é possível uma cura médica ou cirúrgica, pode-se recorrer à camuflagem através da cosmética. Muitas desordens das unhas resultam de um pobre cuidado, assim, desenvolver bons hábitos pode ajudá-lo a mantê-las saudáveis.
Alergia a Esmaltes
Os esmaltes hipoalergênicos, que vem sendo lançado por várias marcas, são confiáveis nesses casos? Quais são as vantagens?
O tolueno, o formaldeído e alguns pigmentos e conservantes presentes na composição dos esmaltes são os principais desencadeadores das reações de hipersensibilidade. Os esmaltes hipoalergênicos não apresentam essas substâncias na sua composição. Costumam ser eficazes, na maioria dos casos. Mas é importante ficar atento aos rótulos e observar se não há descrição da presença dessas substâncias - até mesmo nas versões antialérgicas.
 
Qual a diferença entre o esmalte 3Free e o Hipoalergênico?
Os esmaltes 3Free são livres das três substâncias tóxicas de maior potencial alergênico, que são: tolueno,  formaldeído e dibutyl phthalate (DPB).

Os esmaltes 3Free apesar de serem livre dessas três substâncias tóxicas, podem causar alergia. Isso porque muitas mulheres tem sensibilidade à outros componentes da fórmula, como por exemplo corantes e resinas. Por isso, é importante saber exatamente qual substância presente na formulação de um esmalte é causadora da sua alergia.
   
Os esmaltes hipoalergênicos são livres de tolueno, formaldeído, dibutyl phthalate (DPB) e de várias outras que têm potencial de causar uma reação alérgica. A quantidade de substâncias retiradas da fórmula varia de marca para marca.  Tudo o que traz hipoalergênico na descrição quer dizer que é formulado de modo a minimizar possíveis reações. Por isso, se você não sabe qual componente químico lhe causa alergia, o melhor é usar um esmalte hipoalergênico. 
   
O tolueno é um solvente encontrado na fórmula dos esmaltes para unhas com a função principal de melhorar a aplicação e proporcionar secagem rápida. O formaldeído está presente na resina do esmalte. A função da resina é dar a aderência e a durabilidade ao produto. Já o dibutyl phthalate  (DBP) é um plastificante utilizado para proporcionar maior durabilidade ao esmalte. Esse componente químico foi banido de cosméticos, inclusive de esmaltes, em toda a Europa. Os efeitos mais comuns da exposição ao dibutyl phthalate  são: irritação nos olhos, pele e sistema respiratório. Nos EUA, Canadá e alguns países da Europa, o formaldeído é proibido.
 
Como é a alergia? Quais são os sintomas?
Algumas pessoas possuem hipersensibilidade ao contato com determinadas substâncias e desenvolvem uma reação alérgica de caráter imunológico, quando entram em contato com esses agentes que, em geral, causam pouca irritação nos outros. Os principais sintomas são coceiras e vermelhidão no rosto, pescoço e mãos. Além de edema (inchaço) nas pálpebras e descamação e edema nos dedos e cutículas. O tolueno, o formaldeído e alguns pigmentos e conservantes presentes na composição dos esmaltes são os principais desencadeadores das reações de hipersensibilidade.
 
Pode dar em qualquer pessoa? São muitas as mulheres que possuem esse tipo de alergia?
Aproximadamente 10% da população possui alergia ao esmalte. Pode-se desenvolver alergia ao cosmético, sem aviso prévio, mesmo que nunca tenha tido sintomas. Como qualquer alergia, pode surgir de uma hora para outra, em qualquer etapa da vida e em qualquer indivíduo.
Cuidados com as Unhas
Tirar a cutícula pode ou não pode? É bom tirar tudo, um pouco, só as laterais?
As unhas devem  ser aparadas de modo a evitar o acúmulo de sujeira e mantidas preferencialmente no formato quadrado. A cutícula não deve ser retirada, pois isso deixa a unha desprotegida e facilita a entrada de agentes químicos, fungos e bactérias. Quanto mais hidratadas estiverem as cutículas, menor a chance de ficarem esbranquiçadas e com as pontinhas levantadas. Espalhe um creme nas mãos sempre que lavá-las ou ao sentir que estão ressecadas. Também é válido o uso de uma cera nutritiva ou hidratante específico para cutículas (que podem ser usados por cima do esmalte) para manter as cutículas macias. Carregue-a na bolsa e aplique de três a quatro vezes por dia. O melhor é não retirar a cutícula com alicate, e sim empurrá-la suavemente com uma espátula, removendo somente o excesso de pele.

Quais os cuidados que devemos tomar no salão de beleza e até em casa para esterelizar os equipamentos.
 
Instrumentos de manicure não devem ser compartilhados, bem como os esmaltes, o ideal é que cada um tenha os seus. Instrumentos como o alicate, palito, espátula e cortador de unhas, podem se transformar em canais de transmissão de doenças como a hepatite B, C e até do vírus HIV. A melhor maneira de se prevenir é considerar esses objetos como sendo de uso pessoal. Outras dicas importantes para evitar doenças são a manicure usar luvas quando for retirar a cutícula, jogar fora a lixa após cada uso e cada cliente ter a sua própria toalha. Desta forma evita-se a transmissão das doenças infecciosas ou a manifestação de alergias. Um estudo recente feito na cidade de São Paulo revelou que 93% das manicures reutilizam materiais descartáveis, como palitos, lixas e sacos plásticos. Mais preocupante ainda, apenas 7% das entrevistadas afirmaram usar autoclaves para esterilização, sendo que, destas, nenhuma sabia direito como usá-los (temperatura adequada e tempo de exposição dos materiais).
   
Fazer as unhas em casa nem sempre significa estar livre de todos os perigos de higiene que o salão oferece. A má conservação dos objetos pessoais pode predispor a proliferação de bactérias e fungos, por isso os cuidados com os próprios objetos também são importantes. Os alicates devem ser periodicamente limpos com álcool a 70%. Antes de passar o álcool, é indicado lavar com água corrente e sabão, sem se esquecer de enxugar muito bem antes de guardar. Outra dica é usar protetores para as pontas desse e de outros objetos cortantes, que impedem que eles percam o fio e se tornem menos eficientes. Assim como os outros objetos de metal, a tesourinha e o cortador de unhas devem ser sempre lavados com água e sabão e higienizados com álcool a 70% após o uso. Esse cuidado é de extrema importância para qualquer material que seja cortante, já que pode cortar a pele e contaminá-la. Lixas podem ser reservatórios de fungos, por isso nunca devem ser compartilhadas. Muita gente deixa a lixa de pé ou a pedra-pomes na prateleira do banheiro para aproveitar os benefícios da água quente do banho para o amolecimento da pele. Mas esse tipo de armazenamento é desaconselhado, já que locais quentes e úmidos são perfeitos para abrigar bactérias, fungos e outros micro-organismos. O ideal é guardar os objetos todos bem sequinhos em nécessaire ou caixinha longe de luz, umidade e calor excessivo, bem como trocar periodicamente por novos. Palitos devem ser preferencialmente de metal, por serem mais fáceis de esterilizar. Caso opte pelo de madeira, o mesmo deve ser utilizado e descartado, pois são difíceis de secar e viram ambiente perfeito para colonização de bactérias e fungos. Toalhas e panos usados para enxugar as pontas dos dedos não devem nunca ser guardados logo após o uso. Eles acumulam restos de pele e de unhas, o que facilita a proliferação de bactérias e fungos, sem falar na umidade. Prefira usar toalhas descartáveis ou lavar as de tecido, preferencialmente com água quente, logo após o uso.  
  
Os esmaltes possuem componentes químicos que dificultam a sobrevivência de micro-organismos, como fungos e bactérias. No entanto, um recente estudo realizado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FAMERP) mostrou que esmaltes podem sim transmitir fungos e causar micose em unhas saudáveis. Os pesquisadores fizeram uma coleta de esmaltes em dez salões de beleza para análise micológica e detectaram que 15% deles continham uma espécie de fungo causadora de doença. Também existem estudos que mostram sobrevivência do vírus da hepatite em esmaltes. Portanto, os mesmos não devem ser compartilhados e a validade deve ser respeitada.
 
O uso constante de esmalte prejudica a unha? É verdade que a unha precisa ‘respirar’, ficando sem base ou esmalte por alguns dias? É aconselhável fazer as unhas de quanto em quanto tempo?
O ideal é deixar as unhas sem esmalte uma semana por mês, no mínimo. Sete dias longe do esmalte, acetona, alicate e lixa ajudam na recuperação, devolvem o brilho e impedem que elas fiquem frágeis e quebradiças. O uso ininterrupto de esmalte causa ressecamento e enfraquecimento das unhas e deve haver um descanso entre a utilização do produto. Durante o período intervalo, aplique emolientes próprios que ajudam na hidratação e recuperação dos danos causados pelos agentes químicos dos esmaltes. Varie as cores na hora de pintar as unhas, já que as escuras contribuem para que elas fiquem amareladas. Nesse caso, só mesmo o crescimento fará com que elas voltem ao tom natural. Esmaltes velhos não duram tanto quanto os novos. Por isso, fique de olho na validade dos seus, ou nos da manicure.

As bases que contém princípios nutritivos realmente funcionam para as unhas? Assim como cremes específicos para cutículas?
   
No mercado de cosméticos há inúmeros produtos destinados às unhas, como esmaltes, brilhos, bases, hidratantes, fortificantes etc. Alguns, no entanto, podem provocar alergia e a grande maioria não possui evidência científica quanto à efetividade. Procure usar somente produtos devidamente registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), de preferência com indicação do dermatologista.

O processo de ‘detox das unhas’, que consiste em esfoliar, lixar, nivelar e aplicas cremes nutritivos é válido? Isso ajuda a remover impureza das unhas? Ou não remove?
O hábito de lixar a parte de cima da unha pode ser prejudicial, pois retira camadas de queratina e deixa as unhas mais frágeis e finas. O uso de acetona pode tornar as unhas ainda mais frágeis e quebradiças. Se, no salão de beleza, a profissional fizer esse tipo de sugestão, recuse. Prefira os removedores de esmalte, que não contém acetonas. Muitos problemas nas unhas, aliás, são causados por procedimentos de manicure ou higiene feitos incorretamente.

O que fazer no caso de unhas quebradiças? Porque quebram? Porque as unhas crescem com ondulações? As manchas brancas que aparecem nas unhas é sinal de unhas fracas? É unicamente a falta de vitamina o que ocasiona o enfraquecimento das unhas?
Alterações nas unhas podem estar relacionadas com uma série de condições sistêmicas, como carência nutricional (alimentação inadequada, pobre em proteínas, vitaminas e minerais), anemia, alterações hormonais, uso de alguns medicamentos etc. A fragilidade ungueal também pode estar relacionada com problemas locais, como por exemplo, desidratação da lâmina pelo uso excessivo de removedores de esmalte/acetona. É importante que a causa das alterações seja identificada, para que o tratamento seja adequadamente direcionado.

Tomar vitaminas, colágeno ou substancias nutritivas via oral melhora realmente a aparência das unhas?
Para garantir a saúde das unhas, é necessária a inclusão de alguns nutrientes específicos na alimentação, como carne vermelha e verduras de folhas escuras como o agrião, couve e brócolis. Também é importante deixar as unhas sem esmalte por um período, para que consigam obter uma hidratação ideal e recuperem-se das agressões químicas.
   
Existem no mercado diversas cápsulas de reposição nutricional e fortalecedores de unhas que podem ajudar na melhora do quadro, mas a causa das alterações precisa ser adequadamente identificada para que o tratamento seja bem indicado e de fato efetivo. A carência nutricional pode ser a causa das alterações ungueais, e, nesse caso, alimentação adequada será muito mais efetiva que qualquer cápsula. Principais nutrientes envolvidos na saúde ungueal: ferro, cobre, zinco, iodo, ácido fólico, aminoácidos (proteínas), vitaminas (biotina, vitamina D, vitamina B2 / B5 / B6), ácidos graxos e água. 

As vitaminas, minerais, proteínas e ácidos graxos são algumas das substâncias que devem fazer parte da alimentação, para que as unhas cresçam bonitas e saudáveis. Os minerais tem um papel participativo no metabolismo das proteínas que são responsáveis pela formação da estrutura ungueal. A falta de certos minerais faz com que as unhas se tornem mais finas e frágeis.
  
O ideal é que seja feita uma avaliação por um especialista, que irá identificar os motivos das alterações e direcionar o tratamento para tal. Muitas vezes, por exemplo, existem alterações hormonais ou metabólicas que precisam ser controladas. Deficiência vitamínica ou de ferro, por exemplo, muito comum nas mulheres, devem ser corrigidas. É importante que o dermatologista faça uma avaliação completa para direcionar adequadamente as medidas terapêuticas.
 
Micoses e fungos - como prevenir, identificar e tratar os problemas?
Micoses são infecções causadas por fungos que atingem a pele, unhas e cabelo. Os fungos estão em todos as partes universalmente: solo, objetos, animas, e, inclusive vivem na nossa pele e anexos, sem no entanto causar doenças. Quando existem condições consideradas favoráveis para os fungos, como aumento da umidade, calor, alterações imunológicas, uso de antibióticos por tempo prolongado, eles proliferam e causam lesões. O verão é uma época de alta incidência das micoses, pois essas condições ficam mais propícias, uma vez que aumenta a temperatura, suamos mais e frequentamos ambientes mais úmidos, como piscinas e saunas. Alguns fungos também podem ser transmitidos através de objetos contaminados, como os kits de manicure.
   
A micose se caracteriza pelo surgimento de manchas brancas ou vermelhas que coçam, descamam e podem ter a borda mais evidente, às vezes crostosa. Manifestam-se mais frequentemente nas áreas de dobras (axilas, virilha, entre os dedos das mãos e pés), mas também podem ocorrer em qualquer outra área do corpo.
   
As onicomicoses são as micoses das unhas, tanto dos pés quanto das mãos. Geralmente a unha se torna mais grossa e descolada do leito. Pode também ter mudança na coloração e forma. O tratamento é feito com medicamentos locais ou orais, devendo sempre orientado por um dermatologista.
   
O tratamento das micoses é variável, dependendo do local de acometimento, das características do paciente e extensão das lesões. As infecções da pele tendem a ter tratamentos mais curtos e as onicomicoses mais prolongados. Independentemente da localização, o tratamento não deve nunca ser interrompido antes da determinação do dermatologista, mesmo que os sintomas tenham desaparecido, pois o fungo pode criar resistência aos medicamentos, o que dificulta a resposta. As micoses das unhas são as mais difíceis, o tratamento tem maior duração, podendo ser necessário manter a medicação por um ano ou mais. A persistência é fundamental para obter sucesso nestes casos.
   
Vale ressaltar que diante do aparecimento de qualquer lesões na pele ou unhas, o auto-tratamento está contra-indicado, pois infecções fúngicas quando tratadas incorretamente, em especial com alguns tipos de medicação, podem piorar ou ficar “mascaradas”, dificultando o diagnóstico e atrasando a instituição da terapêutica adequada
   
Hábitos higiênicos são a melhor forma de prevenir as micoses. Use somente o seu material de manicure. Seque-se sempre muito bem após o banho, principalmente nas dobras, como as axilas, as virilhas e entre os dedos dos pés. Evite andar descalço em locais que sempre estão úmidos, como vestiários, saunas, lava-pés de clubes e piscinas.

Evite ficar com roupas molhadas por muito tempo. Não compartilhe toalhas, roupas, escovas de cabelo, bonés, eles são veículos de doenças. Evite usar calçados fechados por longos períodos, opte pelos mais abertos e ventilados. Evite roupas muito quentes e justas e também tecidos sintéticos, eles retém o calor e o suor.
 
Unhas quebradiças - quais são as causas? como tratar? 
Mudança de cor e formato das unhas - o que pode ser? o que fazer? como tratar?

Alterações nas unhas (fragilidade, mudança de cor e formato) podem estar relacionadas com uma série de condições sistêmicas, como carência nutricional (alimentação inadequada, pobre em proteínas, vitaminas e minerais), anemia, alterações hormonais, uso de alguns medicamentos etc. A fragilidade ungueal também pode estar relacionada com problemas locais, como por exemplo, desidratação da lâmina pelo uso excessivo de removedores de esmalte/acetona. Antes de mais nada, é importante que a causa das alterações seja identificada, para que o tratamento seja adequadamente direcionado.
        
Para garantir a saúde das unhas, é necessária a inclusão de alguns nutrientes específicos na alimentação, como carne vermelha e verduras de folhas escuras como o agrião, couve e brócolis. Também é importante deixar as unhas sem esmalte por um período, para que consigam obter uma hidratação ideal e recuperem-se das agressões químicas.
   
Existem no mercado diversas cápsulas de reposição nutricional e fortalecedores de unhas que podem ajudar na melhora do quadro, mas a causa das alterações precisa ser adequadamente identificada para que o tratamento seja bem indicado e de fato efetivo. A carência nutricional pode ser a causa das alterações ungueais, e, nesse caso, alimentação adequada será muito mais efetiva que qualquer cápsula. Principais nutrientes envolvidos na saúde ungueal: ferro, cobre, zinco, iodo, ácido fólico, aminoácidos (proteínas), vitaminas (biotina, vitamina D, vitamina B2 / B5 / B6), ácidos graxos e água. 
   
As vitaminas, minerais, proteínas e ácidos graxos são algumas das substâncias que devem fazer parte da alimentação, para que as unhas cresçam bonitas e saudáveis. Os minerais tem um papel participativo no metabolismo das proteínas que são responsáveis pela formação da estrutura ungueal. A falta de certos minerais faz com que as unhas se tornem mais finas e frágeis.
  
O ideal é que seja feita uma avaliação por um especialista, que irá identificar os motivos das alterações e direcionar o tratamento para tal. Muitas vezes, por exemplo, existem alterações hormonais ou metabólicas que precisam ser controladas. Deficiência vitamínica ou de ferro, por exemplo, muito comum nas mulheres, devem ser corrigidas. É importante que o dermatologista faça uma avaliação completa para direcionar adequadamente as medidas terapêuticas
       
O hábito de lixar a parte de cima da unha pode ser prejudicial, pois retira camadas de queratina e deixa as unhas mais frágeis e finas. O uso de acetona pode tornar as unhas ainda mais frágeis e quebradiças. Se, no salão de beleza, a profissional fizer esse tipo de sugestão, recuse. Prefira os removedores de esmalte, que não contém acetonas. Muitos problemas nas unhas, aliás, são causados por procedimentos de manicure ou higiene feitos incorretamente.
Unhas Encravadas
O que causa a unha encravada? Quais são os problemas que a unha encravada pode trazer?
A unha encravada ocorre quando uma de suas pontas é obstruída pela pele ao seu redor. Isto acontece porque a pele forma uma barreira ao seu crescimento e, como a unha não pára de crescer e é mais dura, ela penetra na pele causando dor e inflamação. A causa é, geralmente, o hábito errado de se cortar os cantos das unhas. Isto causa a formação de uma ponta na extremidade cortada e permite que, com o peso do corpo, a pele que antes estava embaixo da unha, se projete para cima e entre na frente da mesma. Com o crescimento, a unha encrava neste local.
   
O uso de sapatos de pontas finas também facilita o encravamento das unhas. Em crianças recém-nascidas, o uso de macacões com pés fechados pode ocasionar o problema se não forem bem folgados.
   
Os dedos mais atingidos são os dos pés, principalmente os "dedões" e as unhas encravam quase sempre pelos cantos. O quadro se inicia com dor local que vai aumentando de intensidade e pode se tornar insuportável. A pele ao redor da unha fica inflamada, inchada e avermelhada, podendo haver eliminação de pus e formação de um granuloma piogênico.
 
Como faz para prevenir?
 Para evitar o encravamento das unhas, nunca as corte pelos cantos, mantendo sempre as pontas livres. As unhas dos pés devem ser cortadas retas. Evite cortar as unhas curtas demais, deixando sempre uma pequena faixa de borda livre. Evite usar calçados apertados.
 
Como é feito o tratamento?
O tratamento varia de acordo com a intensidade de cada caso. Desde medidas simples, como o afastamento da pele inflamada por um chumaço de algodão até procedimentos cirúrgicos para remover o tecido inflamado ou destruir a matriz da unha no canto onde ela encrava, podem ser necessários. A extração da unha deve ser evitada pois, quando ela voltar a crescer, pode encravar novamente. O tratamento cirúrgico visa desobstruir a passagem da unha, que pode então crescer livremente.

Em caso de infecção secundária, pode ser necessário o uso de antibióticos de uso local ou via oral. O granuloma piogênico, quando ocorre, deve ser cauterizado com substâncias químicas ou então através de eletrocoagulação. O tratamento ideal para a unha encravada deve ser determinado pelo dermatologista
Unhas de Gel: Dicas e Cuidados
As mulheres estão descobrindo que as unhas de gel oferecem resultados duradouros de uma forma rápida. As unhas de gel estão em alta nos EUA e muitas mulheres estão aderindo à moda. No entanto, os dermatologistas estão preocupados com o fato de que o uso frequente desse tipo de manicure possa causar problemas nas unhas - fragilidade, descamação e rachaduras. Além de camuflar doenças das unhas se feito repetidamente.
 
Como o gel age

 As unhas em gel são mais duráveis, podendo durar duas semanas ou mais, sem lascar.
   
Lâmpadas de Ultravioleta (UV) são usadas para finalizar o procedimento.
   
O gel é difícil de remover e as unhas devem ser embebidas em acetona por pelo menos 10-15 minutos para remoção.
 
Consequências da manicure com gel
 Em um estudo, cinco mulheres que relataram fragilidade e afinamento da lâmina ungueal após o uso do gel, foram examinadas por dermatologistas, que atribuiram sim esses sintomas à manicure. Exames de ultra-som e dermatoscopia confocal, mediram a espessura da lâmina ungueal antes e depois da manicure com gel, revelando afinamento da placa ungueal após o procedimento.
   
Não está claro se a fragilidade ungueal atribuída à manicure com gel é devida aos produtos químicos do gel ou à acetona necessária para remover o produto. A acetona, que é necessária para quebrar as ligações químicas do gel, causa um ressecamento intenso da unha, além de irritar a pele ao redor das mesmas.
   
As mulheres que fazem frequentemente manicure com gel, devem considerar o risco de câncer de pele por causa da luz UV necessária para finalizar o processo. Além disso, o fotodano causado pelas lâmpadas de UV pode resultar em alterações cosméticas para a pele exposta circundante.
   
O fato das unhas estarem constantemente cobertas pelo gel, pode mascarar  problemas que ocorrem sob a unha, como uma infecção ou tumor, propiciando assim, atraso no diagnóstico e tratamento.
   
O uso ocasional do gel não representa uma séria ameaça para a saúde das unhas, no entanto, mulheres que freqüentemente se submetem a esse tipo de manicure, devem  estar cientes dos riscos potenciais do uso repetido. Algumas dicas para o uso da manicure com gel:
 - Preste atenção às suas unhas e as deixe livres do produto por um período para que se regenerem.
- Considere receber essas manicures ocasionalmente, em vez a cada duas semanas, para diminuir as consequências da exposição aos produtos químicos e ao trauma físico.
- Ao fazer o procedimento, use filtro solar de amplo espectro em suas mãos para minimizar o fotodano causado pela exposição aos raios UV durante a finalização do processo.
- Seja  pró-ativa com a manicure: Diga a ela para não empurrar ou manipular a cutícula com agressividade, porque isso aumenta os riscos de inflamação e infecção.
- Mulheres com histórico de alergia à acetona não devem se submeter a esse tipo de manicure, pois a acetona é necessária para a remoção doproduto.
- Hidrate as unhas várias vezes por dia, com hidratante potente, para evitar a fragilidade e o desbastamento das unhas.
- Não tente remover o gel mecanicamente com instrumentos.
- Para diminuir a irritação da pele, só embeba as unhas na acetona, não as mãos ou os dedos inteiros. Se você faz manicure com gel com freqüência, considere a compra de envoltórios para os dedos que permitem apenas à exposição das unhas e não da pele ao redor.
- Se você notar alguma alteração anormal das unhas, consulte um dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
 
Como é o caso com a maioria das coisas, a moderação é a chave quando se trata de manicures com gel. As mulheres que se submetem ao processo com frequência, precisam estar cientes das possíveis consequências e consultar um dermatologista caso ocorram alterações persistentes.
Dicas – Manicure
Instrumentos de manicure não devem ser compartilhados, bem como os esmaltes, o ideal é que cada um tenha os seus;
 
Instrumentos como o alicate, palito, espátula e cortador de unhas, podem se transformar em canais de transmissão de doenças como a hepatite B, C e até do vírus HIV;
 
Outras dicas importantes para evitar doenças são a manicure usar luvas quando for retirar a cutícula, jogar fora a lixa após cada uso e cada cliente ter a sua própria toalha;
 
Estudo feito em  São Paulo: 93% das manicures reutilizam materiais descartáveis, como palitos, lixas e sacos plásticos / Apenas 7% afirmaram usar autoclaves para esterilização, sendo que, destas, nenhuma sabia direito como usá-los;
 
Cuidados os instrumentos pessoais: alicates, espátulas, cortador de unhas devem ser periodicamente limpos com álcool a 70%. Antes de passar o álcool, é indicado lavar com água corrente e sabão, sem se esquecer de enxugar muito bem antes de guardar;
 
Lixas podem ser reservatórios de fungos, por isso nunca devem ser compartilhadas;
 
Muita gente deixa a lixa de pé ou a pedra-pomes na prateleira do banheiro para aproveitar os benefícios da água quente do banho para o amolecimento da pele. Mas esse tipo de armazenamento é desaconselhado, já que locais quentes e úmidos são perfeitos para abrigar bactérias, fungos e outros micro-organismos. O ideal é guardar os objetos todos bem sequinhos em nécessaire ou caixinha longe de luz, umidade e calor excessivo, bem como trocar periodicamente por novos;
 
Palitos devem ser preferencialmente de metal, por serem mais fáceis de esterilizar. Caso opte pelo de madeira, o mesmo deve ser utilizado e descartado, pois são difíceis de secar e viram ambiente perfeito para colonização de bactérias e fungos;
 
Os esmaltes possuem componentes químicos que dificultam a sobrevivência de micro-organismos, como fungos e bactérias. No entanto, um estudo realizado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FAMERP) mostrou que esmaltes podem sim transmitir fungos e causar micose em unhas saudáveis. Os pesquisadores fizeram uma coleta de esmaltes em dez salões de beleza para análise micológica e detectaram que 15% deles continham uma espécie de fungo causadora de doença. Esmaltes podem transmitir fungos e causar micose em unhas saudáveis;
 
Também existem estudos que mostram sobrevivência do vírus da hepatite em esmaltes. Portanto, os mesmos não devem ser compartilhados e a validade deve ser respeitada.
 
 
« Voltar