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Picadas de Insetos e Repelentes

Como evitar as picadas de inseto
É possível evitar as picadas de inseto. Existe algum método natural?
Temos características próprias que atraem mais ou menos os insetos. Por hora, sabemos que não é hormonal, tampouco genético, mas não existe uma comprovação cientifica sobre o tema. Cobrir as áreas mais atacadas – pernas e braços – e usar boné, para quem tem alergia, é uma boa alternativa. Os bichos são atraídos pelas regiões expostas do corpo. Repassar o repelente a cada duas horas, investir em telas protetoras e aplicar inseticidas nos principais ambientes da casa também minimizam o problema.
   
A escolha desses insetos não é norteada por cor da pele, pelo gênero ou pelo "sangue doce". O fator de prevenção (e de risco) está relacionado, principalmente, ao odor. Cheiros fortes, adocicados, hidratantes para a pele e até bronzeadores ou protetores solares atraem abelhas e pernilongos. Ambientes quentes e úmidos também são propícios. Nesses casos, o suor da pele é um dos principais atrativos.
   
Ainda como forma de prevenção, muitos inseticidas podem servir de arma contra os insetos sem agredir as pessoas. O ideal é apostar nos modelos que não oferecem contato direto com a pele, como as versões plugadas em tomadas, em detrimentos dos sprays. Inseticidas em aerosol podem causar dores de cabeça e alergias nas pessoas sensíveis a formulação.
   
Produtos à base de citronela também são uma boa opção, pois afastam os insetos sem provocar riscos à saúde. O segredo está em seu óleo essencial, rico em geraniol e citronelal, substâncias responsáveis por exalar o perfume que afasta os insetos.
 
Existem muitos produtos químicos no mercado. Eles são indicados? E os que se usa diretamente na pele?
Contra os borrachudos e pernilongos não há receita milagrosa, mas sim repelente. Algumas formulações especiais podem acabar de vez com o problema. Repelentes com dietiltoluamida (DEET) são mais eficientes, pois interferem nos receptores sensoriais dos insetos, inibindo sua tentativa de se alimentar do sangue.
   
No mercado, não faltam opções de produtos que supostamente eliminariam os insetos. O consumo, entretanto, deve ser feito com cautela e recomendação. É preciso cuidado. Muitos inseticidas atacavam os insetos, mas provocavam intoxicação no homem. É fundamental questionar os médicos e não comprar produtos sem procedência. Atenção especial deve ser tomada em relação às crianças, que possuem uma pele mais sensível e estão mais suscetíveis às reações alérgicas e intoxicação. Produtos utilizados em crianças devem ser os destinados para esse fim - uso especial infantil. Tendo-se o cuidado de optar por marcas conhecidas e que tenhas aprovação da ANVISA.
 
Já ouvi dizer que se a pessoa toma vitamina B12 evita insetos, pois o produto é eliminado pelo suor, que, por sua vez, repele os insetos. Isso é verdade ou é lenda? Se for verdade, não seria arriscado tomar vitamina B12 indiscriminadamente?
A literatura médica ainda desconhece substâncias ou medicamentos que afastariam os insetos. No conhecimento popular, a vitamina do complexo B seria um reforço extra ao trabalho realizado pelos inseticidas e cremes repelentes de insetos. O efeito é mais psicológico e menos científico. O cérebro é um neurotransmissor do bem e pode nos beneficiar. Esses medicamentos provocam um estímulo psicológico positivo, mas não existe uma propriedade farmacológica que garanta a proteção.
 
Uma vez picada pelo inseto, o que a pessoa deve fazer? Algumas pessoa têm reação alérgica às picadas de insetos. Nestes casos o correto é procurar orientação médica imediatamente?
Para quem não conseguiu evitar a picada, a solução é passar pomadas específicas (indicadas pelo dermatologista) e evitar o ato de coçar, para não causar feridas na região e infecção secundária por bactérias. Alérgicos precisam muitas vezes passar pomadas anti-inflamatórias e, até mesmo, usar medicação por via oral. O ideal nesses casos é procurar atendimento médico especializado, para que o tratamento seja feito de forma adequada.
   
A reação começa localizada, apenas na pele. A coceira é provocada pela saliva do inseto. Controlar o impulso e não estimular a área picada pode não aliviar o problema momentâneo, mas reduz o tempo de reação no corpo. Em quatro dias, apenas, ela deverá sumir. Ao coçar, abrimos uma ferida que pode provocar infecções. Algumas reações alérgicas mais fortes exigem o uso de anti-alérgicos e de antibióticos no caso de infeção secundária.
  
Em recente viagem, vi algumas pessoas passando uma planta na pele. Ao perguntar o que faziam me disseram que estavam passando uma planta que ajudava a repelir insetos. Isso não é perigoso?
Sim, muitas plantas podem desencadear reação alérgica, mais comumente um tipo de reação chamada fitofotodermatose, reação alérgica cutânea que se potencializa com a exposição à luz solar. Isso pode agravar a situação inicial e piorar o problema. O ideal é que sempre haja recomendação médica para o uso de qualquer produto/subastância.
 
Atualmente, muito se fala sobre o mosquito da dengue. Neste caso existe algum tipo diferenciado de precaução?
Os insetos são atraídos pela umidade. Por isso que a água parada é o ambiente ideal para a proliferação da dengue. Diante de uma epidemia de dengue, uma das principais preocupações é a prevenção. Além de evitar deixar a água acumulada em recipientes, mosquiteiros, repelentes e telas podem ajudar a manter a dengue fora de casa e do organismo. Da mesma forma que você se previne de outros mosquitos:
- Espirais ou vaporizadores elétricos: devem ser colocados ao amanhecer e/ou no final da tarde, antes do pôr-do-sol, horários em que o mosquito da dengue mais pica. Sempre na parede oposta a da cama.
- Mosquiteiros: devem ser usados principalmente em casas com crianças, cobrindo as camas e outras áreas de repouso, tanto durante o dia quanto à noite.
- Repelentes: podem ser aplicados no corpo, mas devem ser adotadas precauções quando utilizados em crianças pequenas e idosos, em virtude da maior sensibilidade da pele.
- Telas: usadas em portas e janelas, são eficazes contra a entrada de mosquitos nas casas.
Repelentes
Temos características próprias que atraem mais ou menos os insetos. Por hora, sabemos que não é hormonal, tampouco genético, mas não existe uma comprovação cientifica sobre o tema. Cobrir as áreas mais atacadas – pernas e braços – e usar boné, para quem tem alergia, é uma boa alternativa. Os bichos são atraídos pelas regiões expostas do corpo. Repassar o repelente a cada duas horas, investir em telas protetoras e aplicar inseticidas nos principais ambientes da casa também minimizam o problema.
   
A escolha desses insetos não é norteada por cor da pele, pelo gênero ou pelo "sangue doce". O fator de prevenção (e de risco) está relacionado, principalmente, ao odor. Cheiros fortes, adocicados, hidratantes para a pele e até bronzeadores ou protetores solares atraem abelhas e pernilongos. Ambientes quentes e úmidos também são propícios. Nesses casos, o suor da pele é um dos principais atrativos.
   
Ainda como forma de prevenção, muitos inseticidas podem servir de arma contra os insetos sem agredir as pessoas. O ideal é apostar nos modelos que não oferecem contato direto com a pele, como as versões plugadas em tomadas, em detrimentos dos sprays. Inseticidas em aerosol podem causar dores de cabeça e alergias nas pessoas sensíveis a formulação.
   
Produtos à base de citronela também são uma boa opção, pois afastam os insetos sem provocar riscos à saúde. O segredo está em seu óleo essencial, rico em geraniol e citronelal, substâncias responsáveis por exalar o perfume que afasta os insetos.
    
Contra os borrachudos e pernilongos não há receita milagrosa, mas sim repelente. Algumas formulações especiais podem acabar de vez com o problema. Repelentes com dietiltoluamida (DEET) são mais eficientes, pois interferem nos receptores sensoriais dos insetos, inibindo sua tentativa de se alimentar do sangue.   
   
No mercado, não faltam opções de produtos que supostamente eliminariam os insetos. O consumo, entretanto, deve ser feito com cautela e recomendação. É preciso cuidado. Muitos inseticidas atacavam os insetos, mas provocavam intoxicação no homem. É fundamental questionar os médicos e não comprar produtos sem procedência. Atenção especial deve ser tomada em relação às crianças, que possuem uma pele mais sensível e estão mais suscetíveis às reações alérgicas e intoxicação. Produtos utilizados em crianças devem ser os destinados para esse fim - uso especial infantil. Tendo-se o cuidado de optar por marcas conhecidas e que tenhas aprovação da ANVISA.
   
Os insetos são atraídos pela umidade. Por isso que a água parada é o ambiente ideal para a proliferação da dengue. Diante de uma epidemia de dengue, uma das principais preocupações é a prevenção. Além de evitar deixar a água acumulada em recipientes, mosquiteiros, repelentes e telas podem ajudar a manter a dengue fora de casa e do organismo. Da mesma forma que você se previne de outros mosquitos:
  • Espirais ou vaporizadores elétricos: devem ser colocados ao amanhecer e/ou no final da tarde, antes do pôr-do-sol, horários em que o mosquito da dengue mais pica. Sempre na parede oposta a da cama.
  • Mosquiteiros: devem ser usados principalmente em casas com crianças, cobrindo as camas e outras áreas de repouso, tanto durante o dia quanto à noite.
  • Repelentes: podem ser aplicados no corpo, mas devem ser adotadas precauções quando utilizados em crianças pequenas e idosos, em virtude da maior sensibilidade da pele.
  • Telas: usadas em portas e janelas, são eficazes contra a entrada de mosquitos nas casas.
A chance de ser picado por insetos pode ser reduzida com a tomada de algumas precauções, como as seguintes:
  • Aprenda a reconhecer os ninhos e abrigos de insetos e passe a evitá-los;
  • Use sempre calçados e meias quando andar fora de casa;
  • Use camisas de manga longa, calças, meias e sapatos quando freqüentar áreas de matas;
  • Evite o uso de perfumes ou roupas muito coloridas, pois eles tendem a atrair insetos;
  • Se você apresenta reações alérgicas graves, nunca deve praticar atividades como caminhadas, remo, natação, golfe ou outras atividades esportivas ao ar livre sem outra pessoa, pois você pode precisar de ajuda imediata caso seja picado;
  • Use telas de proteção contra insetos, nas janelas e portas. Use repelente e aplique sprays de inseticida, no quarto, antes de dormir;
  • Aplique inseticida nas latas de lixo e as mantenha sempre bem fechadas;
  • Evite e remova plantas que atraiam insetos, da área ao redor da casa;
  • Qualquer pessoa muito alérgica deve usar algum tipo de dispositivo de identificação e ter um kit de autocuidado, contendo adrenalina.
 
Qual é a idade certa  para se começar a usar cada um desses métodos, para quem são indicados e quem não pode usá-los?
 Quase todos os repelentes referem ser indicados para crianças, mas nem sempre esclarecem a idade. A resolução com regras para a fabricação e rótulo de repelentes, só prevê a fabricação do produto para maiores de 2 anos. Mesmo que o repelente anuncie ser seguro em recém-nascidos, não é aconselhável, devido aos conservantes e substâncias alergênicas. Proteja os mais pequenos com redes mosquiteiras.
   
Entre os 3 meses e os 2 anos, pode aplicar produtos à base de citrodiol com uma concentração inferior a 50%. A partir dos 2 anos, pode usar citrodiol, picridina e icardina (concentração entre 20 e 30%) ou IR3535 (20 a 35 %). Prefira os produtos em gel ou creme aos vaporizadores. Os repelentes à base de óleo de eucalipto e seus derivados (p-mentano-3,8-diol, PMD, mentoglicol, oil of lemon eucalyptus ou citrodiol) só são indicados a partir dos 3 anos. Cuidado com o DEET (N,N-dietil-m-toluamida): este princípio ativo é muito eficaz, mas deve ser usado com moderação, respeitando as instruções da embalagem. Há alternativas tão ou mais eficazes, como a icaridina ou o citrepel.
  
Riscos de usar repelente.
O repelente deve ser aplicado, no máximo, três vezes ao dia. Além disso, a dica é lavar as mãos depois de usar o produto, para não correr o risco de contaminar os olhos ou a boca. Os cuidados devem ser ainda maiores com mulheres grávidas e crianças com menos de dois anos de idade. Pessoas desses dois grupos só devem usar repelente com indicação de um médico. A área corpórea do bebê é muito maior do que o peso, proporcionalmente, o que pode aumentar a absorção e o risco de toxicidade.
   
Há dois tipos principais de repelente: à base de citronela ou DEET. O primeiro é extraído de uma planta natural, que combate os insetos pelo odor. O segundo é sintético e tem a função de reduzir o odor das pessoas, que atrai os insetos. A maioria dos repelentes químicos usam em sua composição a molécula DEET, que também pode ser tóxica aos humanos e, a longo prazo, provocar até problemas cardíacos e neurológicos. Por isso o uso tem restrições, principalmente por crianças, idosos, grávidas e portadores de doenças respiratórias, que devem priorizar os produtos naturais. A absorção desse composto tóxico pode causar complicações como dermatite de contato, insuficiência renal, hepatite, urticária e comprometimento do sistema nervoso. Em crianças, esse risco aumenta. A criança é mais vulnerável, pois sua pele é mais fina, sua absorção é maior e sua metabolização ainda é insuficiente, tornando-a mais exposta a intoxicações.
   
Apesar de o DEET ter contra-indicações, há mais de cinquenta anos que ele é e continua sendo o composto prevalecente nos repelentes, pelo fato de não haver compostos com eficácia semelhante que possam substituí-lo. Repelentes naturais como a Citronela e o óleo de andiroba, e compostos sintéticos, como a Permetrina, não são tão potentes em comparação ao DEET.
Vitaminas do Complexo B, ao contrário de sua fama, também não têm muita eficácia quando o assunto é espantar mosquitos. Essas vitaminas só surtem efeito quando ingeridas em altas dosagens, o que implica risco de intoxicação.
 
Cuidados:
  • Grávidas e crianças com menos de 2 anos não devem usar repelente sem orientação médica. Nessa faixa etária, procure utilizar cortinados e velas de citronela 
  • Em crianças de 2 a 12 anos utilize apenas produtos recomendados para a idade 
  • Aplique o repelente, no máximo, três vezes por dia 
  • Não use repelente embaixo de roupas 
  • Não use repelentes em áreas machucadas 
  • Lave as mãos após aplicar
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