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Inverno

Dicas de Cuidados com a Pele e Cabelo no Inverno
Quais alimentos devem ser consumidos para manter a pele hidratada e protegida no frio?
A pele sofre com as alterações de temperatura. Nos dias frios de outono, e, principalmente, nos de inverno, fica mais ressecada. O estado piora ainda mais com banhos demorados e muito quentes. Por isso, nada melhor do que apostar em uma boa hidratação. Uma alimentação saudável pode ajudar na hidratação da pele para enfrentar o frio.

É fundamental a ingestão de legumes, hortaliças e frutas, fontes de vitaminas e minerais que neutralizam radicais livres; cereais integrais que contêm fibras que melhoram o funcionamento do intestino, carnes e laticínios magros que são fontes de proteína e ajudam na construção de tecidos. As frutas ricas em vitamina C, como morango, framboesa, laranja, mexerica, limão, cereja, goiaba e outros vegetais, como as verduras verde-escuras, brócolis, repolho, cenoura etc, são exemplos de alimentos para a estação. A escolha se dá pela riqueza de antioxidantes destes alimentos, que combatem os radicais livres e previnem o envelhecimento. No inverno as pessoas acabam deixando de beber água e isso prejudica a hidratação da pele. Um corpo hidratado apresenta uma pele macia e elástica A soja é um importante alimento a ser incluído na dieta para auxiliar na hidratação da pele. A pele possui receptores para as isoflavonas, presentes nesta leguminosa, as mesmas evitam o ressecamento e melhoram a elasticidade. Além da soja, temos outros alimentos que contribuem para à saúde da pele como: castanhas, nozes e amêndoas, que são ricos em vitamina E, selênio e antioxidantes.

Óleo de peixe e de prímula são indicados como coadjuvantes no cuidado da pele, pois têm ação anti-inflamatória e ajudam a mantê-la hidratada e protegida. Rico em ácidos eicosapentaenóico (EPA) e docosahexaenóico (DHA), o óleo de peixe – ou ômega-3 – tem efeitos benéficos e comprovados no tratamento de doenças inflamatórias da pele, incluindo psoríase e eczema tópico. Isto ocorre porque os ácidos graxos poliinsaturados, em quantidade significativa e constante no organismo, modificam as reações bioquímicas que normalmente ocorrem durante o processo inflamatório normal, produzindo substâncias com baixa atividade inflamatória (evitando a inflamação). Desta forma, são considerados importantes coadjuvantes no tratamento da pele inflamada. Já o óleo de prímula possui um componente denominado ácido gama-linoléico (GLA), um ácido graxo essencial envolvido diretamente na síntese de ceramidas da pele, isto é, na produção de lipídeos responsáveis por manter a pele hidratada, íntegra e protegida. Além disso, estudos clínicos comprovam seus benefícios como coadjuvante em processos inflamatórios cutâneos, como eczema atópico, psoríase e pele xerótica (extremamente seca).

Por não serem produzidos naturalmente pelo organismo, os ácidos graxos poliinsaturados que compõem o ômega-3 e óleo de prímula precisam ser ingeridos pela alimentação diária, tornando o cardápio balanceado indispensável à saúde da pele. Entre os alimentos ricos em ômega-3, não devem faltar da dieta os peixes (atum, sardinha, salmão, etc) e sementes, como a linhaça (fonte vegetal de ômega-3). Como nem sempre é possível repor a quantidade mínima destes componentes pela alimentação, a suplementação com cápsulas é uma boa alternativa, desde que indicada por um profissional da saúde.
  
O que não consumir? Existem alimentos que podem prejudicar a pele nesse período?
Manter uma alimentação saudável e equilibrada à base de frutas, legumes, verduras e carnes magras, evitando alimentos gordurosos, industrializados e de alto índice glicêmico, é fundamental para manter a pele bonita e viçosa. Evite ou reduza o consumo de açúcares, devido seu efeito nocivo sobre o sistema digestivo e pela sua ação na piora da oleosidade cutânea.

A associação de alimentos com a piora da acne vem sendo estudada. Os trabalhos mostram que o leite e derivados e os alimentos de alto índice glicêmico, como pães, massas e doces refinados, podem piorar a acne. É muito comum aumentarmos o consumo desses tipos de alimento no inverno. O chocolate, por exemplo, principalmente o branco e ao leite, contém açucares, gordura e leite em grandes quantidades, podendo propiciar o aumento da oleosidade, e, consequentemente predispor ao aparecimento de cravos e espinhas.
 
Quais são os hidratantes e óleos ideias para usar nesse período?
Hidratação é essencial e deve ser mais intensa no outono e inverno, justamente, pela maior tendência à desidratação. Optar por produtos à base de uréia, lactato de amônio, ceramidas etc. Também são indicados hidratantes com componentes antioxidantes, como as vitaminas E, A e C. Antes de escolher um bom produto, a dica é olhar sua composição e os princípios ativos. Três itens são importantes e fazem parte da nova geração de matérias-primas: G.P.S - Threalose (capaz de atuar sobre a membrana celular e combater a desidratação), Aquaporine (melhora a circulação de água entre as células, reforça a reserva natural de água na epiderme, restaura a hidratação, maciez e elasticidade) e Laminactinet (nanodispersão de óleo de perilla em liso-fosfolipídeos, que melhora a absorção e penetração dos ativos, além de ter ação calmante). Evitar produtos com muito perfume, pois podem irritar e ressecar ainda mais a pele.

É verdade que a água quente resseca a pele? Se sim, porque isso acontece? - Por que a pele fica vermelha nesse período e como evitar que isso aconteça?
Banhos demorados e com água muito quente prejudicam a pele. A pele tem uma camada natural de proteção, um manto hidro-lipídico, formado basicamente por água e gordura, que promove proteção contra agentes agressores e mantém à hidratação cutânea, por favorecer à retenção de água na pele. A água muito quente remove essa camada protetora, deixando a pele mais vulnerável, desprotegida e favorecendo o ressecamento.

As pessoas com pele seca sofrem mais. O ressecamento costuma causar coceira e a pele fica vermelha, pinica, arde ou "queima". Quem possui pele oleosa também deve ter cuidado com à água muito quente, pois ao detectar a retirada da oleosidade necessária, o organismo acelera a produção de sebo, piorando à oleosidade e predispondo ao aparecimento de cravos e espinhas.

O ideal é tomar banho com água morna e não demorar muito. Usar sabonetes suaves (glicerina e os próprios para bebês), ou com hidratantes, sempre evitando produtos muitos perfumados e muito coloridos, uma vez que possuem componentes irritativos. Outra dica é nunca recorrer às buchas, pois intensificam à remoção da proteção cutânea, piorando ainda mais o ressecamento.

Em geral, a irritação gerada pelo ressecamento da pele acaba quando o paciente adota as recomendações básicas, sem necessidade de fazer tratamento específico.
 
Como evitar o ressecamento dos lábios?
Chega o inverno e um dos problemas que podemos enfrentar se não tivermos um cuidado especial é o dos lábios ressecados e rachados, pois as temperaturas baixas favorecessem à desidratação e manter os lábios hidratados torna-se um desafio.

A primeira dica é evitar ficar passando a língua nos lábios, pois isso acaba ajudando a ressecar ainda mais. Evite usar também a manteiga de cacau, pois na verdade ela não tem o efeito hidratante que os lábios precisam e em alguns casos pode até agravar o ressecamento. Uma ótima opção é aplicar hidratantes específicos para os lábios, verifique se o produto tem vitamina E, Ômega 3 e 6, ceramidas e preferencialmente escolha uma opção que ofereça filtro solar, pois mesmo o sol do inverno pode colaborar para que os lábios fiquem ressecados. Nunca use produtos como hidratantes corporais, vaselina ou silicone de cabelo nos lábios, pois não são apropriados para essa área e podem causar dermatite e agravar o quadro. Já usar pomada de dexpantenol é interessante, pois tem ação hidratante potente, além de ser cicatrizante. Fique atenta se for usar um batom de longa duração, pois esse produto tem agentes que ressecam os lábios e se você já tem esse problema pode acabar agravando ainda mais.
 
Peles oleosas e com acne devem fazer que tipo de tratamento para deixar a pele hidratada durante esse período?
Não é só a pele seca que sofre com as consequências do inverno. A pele oleosa também sente os efeitos das baixas temperaturas e precisa de cuidados especiais para  se manter saudável. Durante o inverno, é comum ocorrer um aumento da oleosidade da pele, estimulada pelo frio, pela diminuição da sudorese e também pelo uso de água quente durante o banho. Alguns cuidados podem amenizar o problema:
  • Evite lavar a face várias vezes por dia. Lave-a apenas 2 ou 3 vezes, usando água fria e dando preferência a sabonetes suaves e/ou adequados para peles acnêicas. O uso de substâncias adstringentes auxilia a controlar a oleosidade, devendo-se evitar os sabonetes hidratantes, que podem conter substâncias oleosas em suas fórmulas.
  • Não use hidratantes nas áreas onde a pele é mais oleosa. Em caso de ressecamento da pele, que pode ser provocado pelo frio, vento e banhos quentes, deve-se dar preferência àqueles com o rótulo de “oil-free” (livres de óleo) e/ou não-comedogênicos, que significa que não provocam o surgimento de cravos. Em geral, estes produtos são loções aquosas ou do tipo gel.
  • Se a sua pele apresenta cravos e espinhas, use produtos que ajudem a controlar o surgimento destas lesões, desobstruindo os poros e diminuindo as inflamações. Alguns tipos de ácidos, esfoliantes e antibióticos de uso local podem ser necessários. Neste caso, você deve consultar um dermatologista para que ele indique o produto mais adequado para a sua pele.
  • Use filtro solar adequado para peles oleosas, geralmente se apresentam na versão gel, gel-creme ou loções. O fator de proteção deve sempre ser igual ou maior que 30. Reaplique o protetor solar a cada 2 horas em caso de permanência prolongada no sol. O sol do inverno não é tão inocente, também pode provocar queimaduras e envelhecimento cutâneo.
  • Cuide da alimentação. No frio bebemos menos água, o que pode colaborar para o ressecamento da pele. É recomendado beber cerca de 2 litros de água por dia. Evite alimentos gordurosos e aumente o consumo de frutas, legumes e verduras. Os ômegas também podem ser úteis devido suas propriedades antinflamatórias.
 Dê as principais dicas para manter a pele hidratada e protegida durante o inverno.
  • Evite banhos quentes, prolongados e o uso de buchas, pois removem a camada que protege a pele e que ajuda a mantê-la hidratada, predispondo a um maior ressecamento e às dermatites
  • Hidratação é essencial e deve ser mais intensa no outono e inverno, justamente, pela maior tendência à desidratação. Optar por produtos à base de uréia, lactato de amônio, ceramidas etc. Também são indicados hidratantes com componentes antioxidantes, como as vitaminas E, A e C. Antes de escolher um bom produto, a dica é olhar sua composição e os princípios ativos. Três itens são importantes e fazem parte da nova geração de matérias-primas: G.P.S - Threalose (capaz de atuar sobre a membrana celular e combater a desidratação), Aquaporine (melhora a circulação de água entre as células, reforça a reserva natural de água na epiderme, restaura a hidratação, maciez e elasticidade) e Laminactinet (nanodispersão de óleo de perilla em liso-fosfolipídeos, que melhora a absorção e penetração dos ativos, além de ter ação calmante). Evitar produtos com muito perfume, pois podem irritar e ressecar ainda mais a pele.
  • A aplicação dos hidratantes deve ser feita preferencialmente após o banho, quando a pele ainda está úmida, pois isso aumenta o poder de hidratação do produto, com maior retenção de água na pele.
  • A hidratação também é feita de dentro para fora. Portanto, beba pelo menos dois litros de água diariamente, mesmo se não tiver sede.
  • Os lábios também sofrem com a ação do frio e podem rachar e até ficar feridos. Não esqueça do protetor labial, de preferência, opte pelos que possuem fotoproteção.
  • O frio, o vento e a baixa umidade podem provocar irritações e descamações, além de propiciarem o aparecimento de doenças da pele, como a dermatite atópica e a dermatite seborreica. Nesses casos, é fundamental procurar um dermatologista.
  • Não deixe de usar o protetor solar diariamente. Mesmo nos dias nublados e frios às radiações estão presentes e podem causar danos à pele. 
O protetor solar também é importante no inverno?
O protetor solar deve sempre fazer parte da rotina diária de higiene e beleza. A radiação UVA, grande responsável pelo envelhecimento cutâneo, mantém-se praticamente constante em todas as estações do ano, mesmo nos dias nublados e chuvosos. Tendo o cuidado de aplicar diariamente o fotoprotetor, evita-se o aparecimento de manchas, vasinhos e rugas. O ideal é que o produto seja aplicado pela manhã e reaplicado na hora do almoço e meio da tarde, para garantia de uma fotoproteção adequada. Além dos prejuízos estéticos, a exposição solar prolongada e de maneira inadequada pode causar câncer. O câncer de pele é considerado o tumor de maior incidência no Brasil, por isso, os cuidados com a pele devem começar na infância, a partir dos seis meses. O uso diário de protetor pode reduzir em até 85% as chances de desenvolver a doença. A maquiagem pode ser aplicada sobre o protetor solar, pois atua como barreira física, também auxiliando na fotoproteção, além de dar uma aparência mais saudável.
  
Há alguma dica para quem sofre com alergia a materia de lã?
Alergia é uma reação de hipersensibilidade do nosso organismo a algumas substâncias. A alergia à lã é considerada um tipo de dermatite de contato, ou seja, reação de hipersensibilidade cutânea desencadeada pelo contato direto da pele com o material. Pode manifestar-se através do aparecimento de coceira, vermelhidão, inchaço, descamação etc.

A melhor maneira de prevenir a alergia à lã é evitando-se o contato com o material. Quem sabidamente tem tendência à reação inflamatória cutânea após o contato com esse tipo de tecido, deve afastar-se do mesmo, optando sempre pelo uso de roupas de algodão ou outros materiais. A prevenção é sempre o melhor caminho quando lidamos com reações alérgicas.

Uma vez manifestada à reação na pele, o ideal é que o paciente procure um dermatologista, que irá avaliar e tratar adequadamente o problema. Nunca aplique produtos na área acometida sem o conhecimento do seu médico, pois algumas substâncias, por mais inofensivas que pareçam, podem piorar a situação e mascarar o quadro inicial, dificultando o diagnóstico da afecção. Dependendo da intensidade da dermatite, há necessidade do uso de corticosteroids tópicos e anti-alérgicos por via oral, mas somente o médico especialista está habilitado para conduzir adequadamente cada caso.
 

 
Cuidados com o Banho durante o Inverno
Com a chegada do inverno, é normal que as pessoas tomem banhos mais quentes. Em geral, que tipo de cuidado é preciso ter nesses casos em relação à pele?
Banho com água muito quente, prolongado e com uso de buchas, prejudica a saúde da pele. A pele tem uma camada natural de proteção, composta basicamente por água e lipídios (gordura), que promove a hidratação cutânea natural, tornando a pele mais resistente às agressões externas. Essa camada protetora é removida quando água muito quente entra em contato com a pele. O banho prolongado e o uso de buchas promovem remoção ainda mais intensa do manto hidro-lipídico. Sem a camada emoliente e protetora, a pele fica ressecada e sensível, havendo aparecimento de vermelhidão, coceira e ardência. Indivíduos que têm pele seca sofrem ainda mais, devido ao agravamento do quadro cutâneo pré-existente. No entanto, peles oleosas também são prejudicadas, pois ao detectar a retirada da oleosidade necessária, ocorre um mecanismo rebote de defesa orgânica, com aceleração da produção de gordura pelas glândulas sebáceas, levando ao aumento posterior da oleosidade.

O ideal é tomar banho com água morna e demorar o mínimo necessário, evitar o uso de buchas é fundamental. Usar sabonetes suaves, de glicerina, com hidratantes e pouco perfume, de preferência os destinados aos bebês, pois possuem menos substâncias químicas em sua composição. Após o banho, principalmente as pessoas com pele seca, devem aplicar hidratante específico para seu tipo de pele, preferencialmente indicado por um dermatologista. Imediatamente após o banho, quando a pele ainda está úmida, ocorre maior absorção e efetividade emoliente do produto, por isso, esse é o momento ideal para hidratar a pele.
 
Qual deve ser a temperatura ideal? Como é possível medi-la sem um termômetro?
Quanto mais quente for a água e quanto mais tempo você ficar imerso,  maiores serão os efeitos de desidratação da pele. A temperatura ideal do banho é a mesmo do corpo, ou seja, por volta de 36°, entre 26° e 37° é aceitável e os efeitos adversos não serão intensos, claro, que desde que você não permaneça muito tempo na água. O ideal é ficar no banho no máximo 15 minutos. A água deve estar morna para fria, devendo ser notada pela própria sensação na pele. Não devemos sentir calor durante o banho.
 
Que tipo de problemas para a pele a água muito quente pode trazer?
A água muito quente faz com que a pele perca seu manto lipídico [de gordura] protetor, resultando em ressecamento, descamação, vermelhidão, ardor e prurido (coceira). Além disso, a perda dessa camada protetora e emoliente, faz com que a pele fique mais sensível, reativa e susceptível aos agentes agressores externos. O problema afeta principalmente pessoas que apresentam a pele mais seca. Idosos, por exemplo, apresentam maior ressecamento na pele, uma vez que a hidratação cutânea diminui com o avançar da idade, devendo sempre evitar banhos quentes e prolongados, e, habitualmente, hidratar a pele imediatamente após o banho. Indivíduos que possuem pele mais sensível, em geral os alérgicos, também estão mais propensos ao problema e devem ter cuidado.
 
Como solucionar esses problemas?
Primeiramente, devemos evitar banhos muito quentes, prolongados e o uso de buchas. Isso é válido, principalmente, para quem tem pele seca e sensível. O ideal é tomar um, ou no máximo dois banhos ao dia, com água morna e duração de no máximo 15 minutos. Caso sejam tomados mais de um banho por dia, os sabonetes devem ser usados no corpo todo apenas em um dos banhos; nos outros, usar apenas nos locais de dobras de pele (virilha, axilas, pés etc) ou de maior oleosidade. Opte sempre por sabonetes neutros, de glicerina, com pouco perfume e corante; os destinados aos bebês possuem menos substâncias químicas, assim sendo, são menos capazes de desencadear hipersensibilidade e irritar a pele. Evitar produtos que contenham álcool na sua fórmula, pois podem ressecar e irritar ainda mais a pele. Os hidratantes devem ser utilizados logo após o banho, no momento em que a pele ainda está úmida, pois a absorção e efetividade dos agentes emolientes ficam potencializadas. O ideal é que o hidratante seja indicado pelo dermatologista, pois o mesmo avaliará a pele do paciente e indicará o produto mais adequado. No inverno, há uma diminuição da transpiração e uma menor umidade relativa do ar, levando a uma menor hidratação natural da pele. Além disso, nesta época, é comum se tomar banhos mais quentes, que retiram a oleosidade natural de forma mais intensa, diminuindo o manto lipídico que retém a umidade da pele, por isso a importância de tomar as medidas citadas anteriormente, principalmente nesta época do ano. Algumas vezes, o ressecamento, prurido e vermelhidão, podem ser decorrentes de doenças cutâneas, como a dermatite atópica, psoríase, dermatite seborreica, entre outras. Nestes casos, é importante que o dermatologista diagnostique qual é a causa das alterações, para então indicar o tratamento mais adequado. 
 
Água quente é ruim para o cabelo e couro cabeludo? Por quê?
A água quente prejudica o couro cabeludo, pois aumenta a oleosidade do mesmo, propiciando o aparecimento de seborréia e aumentando a queda. Além disso, desencadeia a remoção da camada que promove a hidratação e proteção natural dos fios, deixando-os secos, opacos e com frizzy. O ideal é lavar o cabelo com água morna ou fria. 
 
Há quem diga que, em geral, as mulheres tomam banhos mais quentes que os homens. Você sabe dizer se isso é verdade? Se sim, por que?
Sinceramente, não sei afirmar. No consultório observo que isso é relativo e individual. Existem mulheres que não gostam de banho quente e homens que gostam, e, vice versa. As mulheres demoram mais tempo no banho, talvez pelo fato da maioria ter cabelos compridos, o que requer mais tempo e cuidados na hora do banho. Desconheço a existência de outros fatores, como por exemplo, hormônios ou diferenças metabólicas, que confirmem essa afirmação. 
 
 
 
Cuidados com a Pele e Cabelo no Inverno
Rosto e lábios
O rosto e os lábios sofrem muito no inverno, ficam ressecados e os lábios racham. Por que isso ocorre mais no frio?

No inverno a com a queda da temperatura e da umidade relativa do ar, as glândulas sebáceas produzem menos sebo, fazendo com que a pele fique com aspecto ressecado.

Hidratação ao menos 1 vez ao dia e filtro solar todas as manhãs.

As rachaduras nos lábios acontecem porque a pele fica desidratada e descama, deve-se usar hidratantes como dexpantenol, ceramidas e manteiga de cacau.
 
Como cuidar? Que tipo de hidratante procurar para cada uma dessas regiões? (que tipo de ingrediente devemos procurar em suas fórmulas para um bom resultado?)
Usar um bom hidratante 02 vezes ao dia, produtos com uréia, ácido hialurônico, lactato de amônia, sorbital, ácido glicólico, são interessantes para uma boa hidratação.
 
Mãos/ Cotovelos e joelho
Que tipo de hidratante usar para mãos, cotovelos e joelhos (regiões normalmente bem ressecadas)?
Estas áreas devem sem “super” hidratadas com cremes a base de uréia, ácido glicólico, lactato de amônia entre outros. A noite passar muito creme e fechar com plástico para aquecer e melhorar a penetração do creme. Usar sempre luvas para lavar louça ou quando for manusear produtos químicos.
 
Corpo
Como cuidar da pele do corpo no inverno?
Além do hidratante é importante:

Tomar 01 banho só por dia, que deve ser rápido e com temperatura amena.

O sabonete deve ser neutro e os esfoliantes devem ser evitados nessa época do ano.

Existem óleos hidratantes que podem ser utilizados no banho, principalmente se a pessoa não gosta de cremes no corpo.

Usar roupas de algodão.
 
É diferente do cuidado no verão?
O inverno é mais prejudicial para a pele do que o verão, mas os cuidados com a hidratação também são importantes nesta época do ano.

No frio, com a queda da temperatura e da umidade relativa do ar, as glândulas sebáceas produzem menos sebo, fazendo com que a pele fique com aspecto ressecado. Os banhos também são mais quentes, prejudicando o manto hidrolipídico. No verão, mesmo com o aumento da sudorese e de maior produção na glândula sebácea, o sol faz com que a pele se queime,trazendo inflamações superficiais. Com isso, a água evapora com mais facilidade. Mesmo com a utilização de filtros solares é difícil o indivíduo que consegue passar imune por essa agressão. Outro motivo de desidratação é o uso freqüente de substâncias químicas, como detergentes e solventes orgânicos – muito utilizados na limpeza doméstica – que eliminam a gordura, deixando-a desprotegida e favorecendo a desidratação.
 
Quais são os “vilões” da pele, principalmente no inverno?

O problema mais comum no inverno é a eczema, que está relacionada à pele seca e também as alergias. Para evitá-los o importante é hidratar bem apele, não tomar banho muito quente e evitar  roupas sintéticas.
 
Como é o banho ideal? (tipo de sabonete, temperatura da água, duração...)
Banho rápido com temperatura da água amena, usar sabonete neutro e não usar esfoliantes
 
Cabelo
Como cuidar do cabelo no inverno? É diferente do cuidado no verão?
 
Com a chegada do inverno os cuidados com os cabelos devem ser redobrados. A vontade de tomar banhos quentes e demorados aumenta, mas isso não é nada aconselhável para quem quer manter um cabelo impecável. O excesso de água quente ocasiona perda de hidratação e estimula o funcionamento das glândulas sebáceas deixando os cabelos oleosos, além de potencializar a seborréia. Portanto, lave os cabelos com temperatura morna. Se for utilizar água quente, seja breve. Os cabelos ficam mais oleosos no frio. Por isso, escolha cremes e condicionadores leves. Para ajudar na hora de desembaraçar e escovar, use um leave-in (que não precisa de enxágüe).
Cuidado com o uso inadequado do secador: o ar quente provoca o enfraquecimento e ressecamento dos fios, para evitar o estrago, aplique um produto com protetor térmico, antes de usar o secador. Dormir com os cabelos molhados é um pesadelo para os fios: além de ficarem úmidos, ainda tornam-se fracos e quebradiços.
Se no verão as agressões aos fios de cabelos são o abuso do sol, água do mar ou piscina, no inverno os vilões ficam por conta da poluição, o excesso e mau uso do secador entre outros itens.
 
 
Por que os fios costumam ficar mais elétricos nessa época?
Que produtos são indicados?
No inverno, o frio excessivo e o vento tornam os cabelos opacos e quebradiços. Fios arrepiados e elétricos são rebeldes e opacos. Em geral ficam assim quando expostos à umidade gerada pelo clima ou até pelo vapor do chuveiro. O vapor de água é absorvido pelo fio, que “incha” como uma esponja, tornando-se armado. No tempo úmido os cabelos ficam mais arrepiados. Normalmente o atrito entre os fios cria um campo eletromagnético que não deixa que os cabelos fiquem grudados uns aos outros. Em dias mais úmidos, o campo elétrico aumenta e os fios ficam mais arrepiados. O formato encaracolado faz com que tenham um contato maior, arrepiando-se ainda mais.
Para evitar, o ideal é não lavar demais a cabeça. Procure também secar os fios com pouco vento e usar xampus específicos. Quando o cabelo estiver elétrico, procure usar pente de madeira e passe um pouco de fluido de silicone nos fios secos. Os produtos anti-frizz também ajudam, pois condicionam e selam a cutícula (película externa) dos fios por várias horas.

O último golpe de vento do secador deve ser frio, para não provocar eletricidade nos cabelos. Se você sai com o cabelo quente, o primeiro ventinho frio que bater deixa os fios arrepiados.
Banhos muito quentes podem desencadear o problema, já que as escamas dos fios ficam abertas devido à alta temperatura. Use água morna durante todo o banho, com exceção do último enxágüe, que deve ser frio. O resfriamento da água fecha as escamas do cabelo e faz com que os fios brilhem e não fiquem tão elétricos.
 
Água
Por que costumamos beber menos água no inverno? Precisamos de menos que no verão?
Qual é a quantidade ideal de água que devemos beber?
Qual é a importância da água na hidratação do nosso corpo?

No inverno, a sensação de sede diminui, mas a ingestão de líquidos não deixa de ser importante para prevenir doenças.
O inverno faz cair não só a temperatura, como o consumo de água, a sensação de sede diminui, mas a importância do líquido para o organismo não. O consumo de cerca de dois litros nesses dias mais frios é importante para evitar problemas renais, doenças de pele e desidratação. O cuidado deve ser redobrado com idosos e crianças, que desidratam com mais facilidade. Chá é uma das saídas para hidratar o organismo, assim como frutas.
Nesta época do ano, nós temos uma tendência a eliminar mais água pela urina, já que suamos menos do que nos dias mais quentes. Quem já desenvolveu algum problema renal deve prestar atenção para evitar que tais doenças se agravem. Há um equilíbrio estreito entre a ingestão e a eliminação de água pelos mecanismos reguladores do organismo. A perda de água é regulada pelos rins, pela pele, pelos pulmões, pelo tubo digestivo. A água não deve ser bebida em demasia, mas na quantidade necessária para manter a condição do corpo estável em termos de temperatura e pressão. Sem a quantidade necessária de água no organismo, a pele tende da ficar mais ressecada, afetando principalmente quem sofre de dermatoses, idosos e atletas que exercem atividades ao ar livre. 
Mais de 60% do corpo humano é constituído por água, sendo assim, a água torna-se nutriente indispensável para nosso bem estar e saúde. A água auxilia na regulação da temperatura do corpo humano, elimina as toxinas através da urina e da transpiração, molda o bolo fecal, é usada intensamente no processo de respiração e faz a distribuição de muitos nutrientes pelos diversos órgãos do nosso corpo. Na sua falta, o sistema natural de limpeza e desintoxicação do organismo fica muito prejudicado, contribuindo para o aparecimento de inúmeras doenças.
 
Alimentação
Por que sentimos mais fome no inverno?
Que tipo de alimentos devemos comer para saciar essa fome de uma maneira saudável, para não engordarmos nessa época?

No inverno o corpo humano gasta mais energia para se manter aquecido, transformando em calor a energia que está guardada sob forma de gordura. Para manter a mesma quantidade de energia armazenada precisamos ingerir mais alimentos e daí sentimos mais fome. Quando comemos, produzimos calor para a transformação e a digestão dos alimentos, o que nos dá uma sensação de conforto térmico

Na verdade, essa elevação do gasto energético é discreta, não sendo grande o suficiente para justificar o aumento da ingestão de calorias. Acredita-se que no Brasil, onde o inverno é mais ameno, esse aumento não chegue a 10% do gasto diário calórico para manter o organismo funcionando. Podemos consumir todas as delícias típicas do inverno, sim, mas com moderação e bom senso.  Para esquentar o corpo, os alimentos quentes são sempre bem-vindos. Algumas dicas:

Substitua o chocolate quente por um chá

Substitua os queijos amarelos pelos brancos ou light;

Substitua alimentos fritos por grelhados ou cozidos;

Abuse das sopas e caldos, preparando-os com legumes e verduras. Evite utilizar creme de leite, torradas, queijo ralado ou massas;

Substitua os doces por frutas diversas. Se preferir uma sobremesa quente, prepare banana ou maçã com canela assadas no forno ou microondas; 

Para diminuir a sensação de fome, aumente o consumo de fibras, que além de ajudar no funcionamento do intestino, proporciona uma sensação de saciedade prolongada;

Modere o consumo de bebidas alcoólicas;

Beba muita água, mesmo que não tenha sede. 
 
 
Exercícios
Existe algum cuidado que devemos ter ao praticar exercícios no frio? (horário, temperatura, alongamento... muda alguma coisa em relação ao calor?)
Fazer exercícios no inverno é de extrema importância. As pessoas não devem se descuidar da saúde, e, a prática de exercícios físicos; ainda que em menor intensidade, não pode ser deixada de lado, merecendo alguns cuidados especiais. 
Ao contrário do verão, em que as atividades ao ar livre são mais apreciadas, no inverno as pessoas ficam mais tempo em casa e, consequentemente, não se exercitam. O melhor então é que os exercícios sejam realizados em locais
fechados, principalmente quando a temperatura está muito baixa. Além da alimentação saudável, outros fatores que merecem atenção são a hidratação, a roupa adequada e o alongamento do corpo.

No inverno as atividades ao ar livre causam sensação de menos transpiração, pois o suor entra em contato com o ar frio e evapora de maneira rápida, tendo grande importância assim a hidratação. As vestimentas devem ser adequadas, o correto é ir se exercitando e conforme a corpo vai se aquecendo ir tirando de acordo com a sobreposição das peças. Esse processo ajuda no melhor aquecimento do corpo, que ocorre com mais rapidez e colabora diretamente com o rendimento. Se ao começar o exercício as roupas não forem apropriadas, a temperatura do corpo aumenta muito, fazendo com que a pessoa transpire muito e o seu rendimento caia. Manter o aquecimento do corpo é de extrema importância porque diminui o risco de lesões e aumenta o rendimento. Quando este é realizado de forma correta há uma elevação da irrigação sanguínea, tanto das articulações, como dos músculos. No inverno o tempo para que o corpo se aqueça é muito maior, visto que a temperatura exterior está mais baixa e os músculos ficam mais contraídos. Outro procedimento muito importante quando se pratica atividades físicas é o alongamento que deve ser feito preferencialmente, tanto no início, como no término dos exercícios, sendo que, na fase inicial, é importante dar maior ênfase às articulações.
 
 
 
Protetor solar
Devemos passar protetor solar mesmo em dias nublados e frios?
 Sim, nessa época o ano o céu está mais claro, sem nuvens, assim o sol pode levar a uma agressão intensa da pele. Os raios atingem a pele com mais facilidade. Em locais onde há nuvens há reflexo da luz e a intensidade da agressão aumenta.
Cuidados com o Cabelo no Inverno
Com a temperatura mais fria deixamos água do chuveiro mais quente. A água quente faz mal para os cabelos?
A água quente aumenta a oleosidade do couro cabeludo, propiciando o aparecimento de seborréia e aumentando a queda. Além disso, desencadeia a remoção da camada que promove a hidratação e proteção natural dos fios, deixando-os secos, opacos e com frizzy. Com a chegada do inverno os cuidados com os cabelos devem ser redobrados. A vontade de tomar banhos quentes e demorados aumenta, mas isso não é nada aconselhável para quem quer manter um cabelo impecável. O excesso de água quente ocasiona perda de hidratação da haste capilar e estimula o funcionamento das glândulas sebáceas no couro cabeludo, deixando os cabelos oleosos, além de desencadear seborréia (descamação do couro cabeludo – caspa), nos indivíduos predispostos ao problema. Portanto, lave os cabelos com temperatura morna. Se for utilizar água quente, seja breve.
 
Há algum tipo de produto ou cuidado especial para o cabelo no inverno?
O couro cabeludo tende a ficar mais oleoso no frio, por isso, escolha máscaras e condicionadores leves, sempre priorizando o comprimento e evitando o contato desses produtos com o couro cabeludo. Para ajudar na hora de desembaraçar e escovar, use um leave-in (que não precisa de enxágüe).

Cuidado com o uso inadequado do secador, o ar quente provoca o enfraquecimento e ressecamento dos fios, para evitar o estrago, aplique um protetor térmico, como por exemplo, produtos que contenham óleo de argan, antes de usar o secador

No inverno, o frio excessivo e o vento tornam os cabelos opacos e quebradiços, deixando os fios arrepiados e elétricos. Em geral ficam assim quando expostos à umidade gerada pelo clima ou até pelo vapor do chuveiro. O vapor de água é absorvido pelo fio, que “incha” como uma esponja, tornando-se armado. No tempo úmido os cabelos ficam mais arrepiados. Normalmente o atrito entre os fios cria um campo eletromagnético que não deixa que os cabelos fiquem grudados uns aos outros. Em dias mais úmidos, o campo elétrico aumenta e os fios ficam mais arrepiados. O formato encaracolado faz com que tenham um contato maior, arrepiando-se ainda mais. Quando o cabelo estiver elétrico, procure usar pente de madeira e passe um pouco de fluido de silicone nos fios secos. Os produtos anti-frizz também ajudam, pois condicionam e selam a cutícula (película externa) dos fios por várias horas.

O último golpe de vento do secador deve ser frio, para não provocar eletricidade nos cabelos. Banhos muito quentes podem desencadear o problema, já que as escamas dos fios ficam abertas devido à alta temperatura. Use água morna durante todo o banho, com exceção do último enxágüe, que deve ser frio. O resfriamento da água fecha as escamas do cabelo e faz com que os fios brilhem e não fiquem tão elétricos.
   
Cabelos bonitos possuem cutícula íntegra e saudável, ou seja, suas escamas se mantêm encaixadas de forma perfeita para envolver a haste capilar, que é a parte visível do fio. Quando a cutícula é agredida, ela racha e se desprega, formando as pontas duplas. O cuidado diário é muito importante e envolve a escolha de produtos adequados ao tipo de cabelo, sempre com atenção para os que possuem aprovação dos órgãos de saúde, como a Anvisa.
   
Os xampus são formulações que contêm substâncias que limpam os fios e couro cabeludo, evitando dermatites, caspa e infecções por fungos e bactérias. Hoje há produtos com funções mais complexas, como aumentar ou diminuir o volume, restaurar e facilitar o ato de pentear.
   
Os indicados para cabelos oleosos possuem mais componentes de limpeza, enquanto os formulados para cabelos secos apresentam mais elementos condicionadores. Existem os que contêm agentes anti-caspa, vitaminas e hidratantes. O ideal é a pelo menos cada 15 dias, lavar os cabelos com um xampu anti-resíduo para eliminar produtos que se acumulam nos fios, deixando-os com aspecto pesado. Também é interessante alternar pelo menos dois tipos de xampus.
   
Existem ainda os condicionadores. Ricos em proteínas, eles têm como função devolver a gordura natural perdida durante a lavagem. Também devem deixar os cabelos fáceis de pentear e restaurar a uniformidade dos fios agredidos química ou mecanicamente. Dê preferência aos que são feitos com extratos de substâncias naturais, como jojoba, ou enriquecidos com proteínas. Por último, protegem os fios da fricção, diminuindo a eletrostática.
            
Uma causa comum da fragilidade dos fios é o uso do secador em alta temperatura. O aquecimento provoca a evaporação da água natural dos fios, enfraquecendo-os. Muitas pessoas têm dúvida se as substâncias modeladoras, como gel e fixador sem álcool, causam danos. Esses produtos não prejudicam e, quando são de boa qualidade, não provocam queda de cabelo.
 
Dicas para o cuidado diário
 
  • Use sempre xampu e condicionador adequados ao seu tipo de cabelo: oleoso, normal, seco, misto, colorido etc.
  • Não use xampu demais nem o coloque diretamente sobre a cabeça. Espalhe-o nas mãos e só depois esfregue-o nos fios e no couro cabeludo, com a ponta dos dedos (nunca com as unhas). O excesso do produto pode provocar irritação, enfraquecimento da raiz, descamação e até queda.
  • Enxágüe bem os cabelos para retirar o excesso de xampus e condicionadores e use um xampu anti-resíduos uma vez por semana. O produto elimina impurezas e os resíduos de produtos cosméticos que se depositam nos fios, roubando o brilho.
  • Nunca tome banho de água quente, pois ela abre as cutículas do fio. Prefira água morna ou fria. Se puder, dê a última enxaguada com água fria. A água fria ajuda a fechar as cutículas e devolve o brilho dos cabelos.
  • Depois de lavar os cabelos, utilize um produto leave-in que intensifica o tratamento dos produtos hidratantes.
  • Antes de usar o secador retirar o excesso de água com uma toalha, apenas espremendo os fios. Depois trabalhe com o secador a uns 15 centímetros dos fios, em temperatura mínima ou média. Produtos específicos para proteger o cabelo do calor também ajudam evitar que os fios fiquem quebradiços.
  • Evite ar condicionado, pois deixa o cabelo ressecado e, conseqüentemente, mais frágil, retirando o brilho natural. Para formar uma barreira de proteção aos fios, aplique algumas gotinhas de silicone que ajuda também a selar as pontas duplas.
  • Evite passar as mãos nos cabelos constantemente, principalmente nos oleosos.
  • A alimentação é um fator muito importante para manter a beleza dos fios. Procure comer alimentos protéicos - como carnes, leite e ovos - e os ricos em vitaminas do complexo B (presentes em cereais integrais, peixes, frutos do mar e vegetais folhosos), pois eles ajudam a nutrir o couro cabeludo.
  • Para quem tem cabelos ressecados e com pontas duplas:
- use condicionadores após o xampu.
- use regeneradores de pontas após o banho.
- evite pentear frequentemente os cabelos.
- evite o calor intenso dos secadores.
Para quem tem cabelos oleosos:- evite usar condicionador próximo à raiz dos cabelos ou xampus que contenham condicionadores na sua fórmula (2 em 1).
- evite lavar a cabeça com água quente.
- evite alimentos gordurosos e bebida alcoólica.
- beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras.
- cuidado com o estresse, ele pode aumentar a produção de oleosidade.
- além da oleosidade existe caspa e coceira? Pode ser dermatite seborreica. Neste caso, procure um dermatologista para o correto diagnóstico e tratamento.
 
 Há algum corte ou penteado que facilita os cuidados com o cabelo nessa estação?
 Alisamento, relaxamento e permanente são processos químicos semelhantes na sua origem. Todos alteram a forma original das hastes, que é determinada pelas pontes químicas de hidrogênio e enxofre, responsáveis naturais pela distribuição da queratina dentro do cabelo. Ao alterar essa forma para alisar um cabelo encaracolado ou encaracolar um cabelo liso, usa-se um produto que abre a cutícula. Em seguida, é aplicado outro que quebra as pontes de enxofre. Logo após, posiciona-se o cabelo na forma desejada e neutraliza-se a substância para estabilizar os fios, que ficarão lisos ou cacheados até que essas pontes químicas se refaçam.
   
Uma forma rápida de obter o mesmo resultado é usar produtos que aplicam calor nos fios, como a chapinha larga para alisar e a estreita para enrolar. O aquecimento local quebra as pontes de hidrogênio, que são mais fracas e mantêm a modelagem desejada até o cabelo ser lavado novamente.
   
Nos dois casos. A haste sofre, pois não há como evitar a desidratação dos fios. É por isso que os cabelos modificados quimicamente são mais desidratados e devem ser submetidos a banhos com cremes hidratantes pelo menos uma vez por semana.
   
Nos últimos anos surgiram novas formas para alisar o cabelo, como a escova progressiva e suas variantes, a escova francesa, o alisamento japonês, entre outras. Produtos alisantes registrados na Anvisa não oferecem riscos à saúde. Mas muitos salões de beleza acrescentam formol a seus preparados. Usam concentrações maiores do que 0,5%, proibidas pela agência. O formol é tóxico, pode causar irritação nas mucosas e, dependendo da quantidade, acaba sendo absorvido pelo organismo e causa sérios problemas.
   
Tranças apertadas, rabos de cavalo, e coques muito puxados podem danificar o cabelo. A tração causada por esses penteados, principalmente quando contínua ou frequente, pode causar tensão suficiente para provocar ruptura do fio ou alopecia (queda) de tração.

Dicas para previnir os danos pelo calor:
  • Permitir sempre que possível que os cabelos sequem naturalmente
  • Quando utilizar o secador, evite a configuração de maior aquecimento. Inicie com uma temperatura mais baixa e aumente gradativamente
  • Ao alisar o cabelo com a “chapinha” de cerâmica, coloque uma toalha úmida no dispositivo para proteger o cabelo do calor direto
  • Hidratar o cabelo regularmente ajuda, de alguma forma, a melhorar a aparência dos fios danificados pelo calor, mas interromper a fonte dos danos é fundamental

Dicas para o uso da “escova progressiva”:
  • Evite este procedimento se seu cabelo for muito crespo, já que o mesmo não funcionará para reorganização e alisamento dos fios
  • Para minimizar os danos ao cabelo e a queda, prolongue o tempo entre os tratamentos (pelo menos 6 meses)
  • Quando lavar os cabelos, use uma quantidade generosa de condicionador para diminuir a fragilidade dos fios
  • Se o cabelo ficar quebradiço e com frizzy, pare de fazer o procedimento e espere o crescimento de novos fios que substituirão o cabelo danificado
 
Dicas para manter os cabelos saudáveis, procurando seu melhor estado:
  • Quanto menos você fizer para o seu cabelo, melhor será. Evite transformações intensas
  • Certifique-se de lavar bem o couro cabeludo, pois é onde o óleo se acumula, depois, deixe o shampoo escorrer através dos fios, sem esfregar. Shampoo serve principalmente para limpar o couro cabeludo, podendo danificar os fios se usado em demasia
  • Deixe a oleosidade do couro cabeludo determinar a frequência das lavagens Se seu couro cabeludo é oleoso, lave o cabelo com mais freqüência do que se o mesmo for seco
  • Condicionador deve ser utilizado nas extremidades do cabelo e não sobre o couro cabeludo, com isso, obtêm-se melhores resultados
  • Escolha o xampu e o condicionador com base no seu tipo de cabelo, tais como ondulados ou lisos, e, nas condições do cabelo, tais como danificado ou com frizzy. Os produtos não necessariamente devem ser caros para funcionarem bem, o mais importante é que sejam adequados ao seus cabelos

    É melhor escolher um penteado mais próximo à estrutura natural do seu cabelo e a cor mais próxima à sua tonalidade natural, o que irá minimizar os danos aos fios. Não deixe de consultar seu dermatologista para quaisquer dúvidas sobre produtos, aparência dos fios ou queda.
Hidratação da Pele no Inverno
Como os dias mais frios e secos afetam a pele?
No inverno, há diminuição da transpiração e queda da umidade relativa do ar, levando a diminuição hidratação natural da pele. Com a queda da temperatura e da umidade relativa do ar, as glândulas sebáceas produzem menos sebo, fazendo com que a pele fique ressecada. Além disso, nesta época, é comum se tomar banhos mais quentes, que retiram a oleosidade natural da pele de forma mais intensa, diminuindo o manto lipídico que retém a umidade da pele. O inverno pode ser mais prejudicial para a pele do que o verão, os cuidados com a hidratação são ainda mais importantes nesta época do ano.
        
A pele desidratada pode ter sua função de proteção comprometida, além de ganhar aspecto opaco, áspero, sem elasticidade e com tendência à descamação. A pele ressecada é mais frágil e mais sujeita a irritações, traumas, alergias e infecções. A pele normal possui um percentual de hidratação necessário para que ela possa exercer suas funções adequadamente. As pessoas com pele seca sofrem mais. O ressecamento costuma causar coceira e a pele fica vermelha, pinica, arde ou "queima". Quem possui pele oleosa também deve ter cuidado com à água muito quente, pois ao detectar a retirada da oleosidade necessária, o organismo acelera a produção de sebo, piorando à oleosidade e predispondo ao aparecimento de cravos e espinhas.
    
Banho com água muito quente, prolongado e com uso de buchas, prejudica a saúde da pele. A pele tem uma camada natural de proteção, composta basicamente por água e lipídios (gordura), que promove a hidratação cutânea natural, tornando-a mais resistente às agressões externas. Essa camada protetora é removida quando água muito quente entra em contato com a pele. O banho prolongado e o uso de buchas promovem remoção ainda mais intensa do manto hidro-lipídico. Sem a camada emoliente e protetora, a pele fica ressecada e sensível, havendo aparecimento de vermelhidão, coceira e ardência. Indivíduos que têm pele seca sofrem ainda mais, devido ao agravamento do quadro cutâneo pré-existente. No entanto, peles oleosas também são prejudicadas, pois ao detectar a retirada da oleosidade necessária, ocorre um mecanismo rebote de defesa orgânica, com aceleração da produção de gordura pelas glândulas sebáceas, levando ao aumento posterior da oleosidade.
   
O ideal é tomar banho com água morna e demorar o mínimo necessário, evitar o uso de buchas é fundamental. Usar sabonetes suaves, de glicerina, com hidratantes e pouco perfume, de preferência os destinados aos bebês, pois possuem menos substâncias químicas em sua composição. Após o banho, principalmente as pessoas com pele seca, devem aplicar hidratante específico para seu tipo de pele, preferencialmente indicado por um dermatologista. Imediatamente após o banho, quando a pele ainda está úmida, ocorre maior absorção e efetividade emoliente do produto, por isso, esse é o momento ideal para hidratar a pele.
   
Quanto mais quente for a água e quanto mais tempo você ficar imerso, maiores serão os efeitos de desidratação da pele. A temperatura ideal do banho é a mesmo do corpo, ou seja, por volta de 36°, entre 26° e 37° é aceitável e os efeitos adversos não serão intensos, claro, que desde que você não permaneça muito tempo na água. O ideal é ficar no banho no máximo 15 minutos. A água deve estar morna para fria, devendo ser notada pela própria sensação na pele. Não devemos sentir calor durante o banho.
 
Que partes do corpo sofrem mais com o inverno?
As partes do corpo que necessitam de mais atenção no inverno, por estarem mais expostas, são as mãos, o rosto e os lábios, por isso:

Cuide das mãos aplicando creme hidratante sempre que as lavar. Para as tarefas domésticas, utilize sempre luvas.

Proteja sempre os lábios com um batom hidratante para evitar fissuras. Mantenha sempre os lábios bem hidratados, antes de dormir aplique um creme a base de dexpantenol, que tem ótima capacidade hidratante e cicatrizante, restaurando a barreira semi-mucosa que recobre os lábios.

Aplique protetor solar tanto no verão, como no inverno e um hidratante específico para o rosto.

Evite banhos prolongados e quentes e use sabonetes suaves sem esfregar demasiadamente, para não eliminar a barreira natural de proteção.  

Como tratar a pele ressecada pelo frio, tempo seco e a água quente?
O bom hidratante não precisa ser grosso ou oleoso e a escolha deve ser feita pelo critério do conforto de quem o usa. Contudo, também devem ser evitados os muito coloridos e perfumados. O hidratante precisa ser usado em todo o corpo, inclusive no rosto, para o qual existem produtos específicos. Há boas opções que já vêm inclusive com o protetor solar. É importante lembrar que os óleos não hidratam a pele e não podem substituir o uso do hidratante; no máximo, podem ser usados juntos.
   
A textura de um creme depende do tipo de pele que ele é indicado. Geralmente, cremes mais densos, são indicados para peles mais secas já que eles são ricos em matérias-primas oclusivas (matérias-primas mais oleosas, que formam um filme oclusivo sobre a pele, impedindo a água de evaporar); os cremes mais fluidos são indicados, principalmente, para pele normal a oleosa, pois são ricos em matérias-primas umectantes (retiram água da atmosfera, ou seja, do ar, atraindo-a para a pele, além de "puxar" água da profundidade da pele, atraindo-a para as camadas mais superficiais da pele, hidratando-a).
   
A preocupação com a aparência e saúde da pele é essencial em todas as idades. Entretanto, deve-se ficar atento ao tratamento utilizado para não abusar de produtos inapropriados, que a pele ainda não precisa. Ou então, em outros casos, deixar a pele sem os produtos adequados.
A hidratação da pele por produtos tópicos ocorre por:
Oclusão: ingredientes lipídicos (emolientes).
Umectação: substância que retém água na superfície da pele.
Hidratação ativa: emulsões - produtos destinados a promover a hidratação da pele, tais como cremes ou loções cuja fase lipídica promove a oclusão e a fase aquosa possui ingredientes higroscópicos que propiciam a umectação (hidratação) da pele.Princípios Ativos nos Hidratantes
  • Ceramida
  • Esqualeno
  • Olesterol
  • PCA
  • ADN
  • NMF
  • Lactato de amônia
  • Uréia
  • Alfa-hidroxiácido (ácido glicólico e ácido láctico)
  • Oligoelementos
  • Fosfolipídeos
  • Ácido hialurônico 
 A aplicação deve ser, de preferência, depois do banho, já que a pele úmida absorve melhor o produto. Quantidade de creme não é sinônimo de pele hidratada. O importante é usar um hidratante em quantidade suficiente para recobrir todo o corpo, específico para cada tipo de pele. A hidratação efetiva depende da utilização do produtos adequados ao tipo de pele. Os hidratantes têm como objetivo manter a estrutura da barreira de proteção da pele, tornando-a mais macia, flexível e com melhor textura. Geralmente, as peles mais secas exigem à aplicação de uma camada mais grossa e as peles oleosas a mista uma camada mais fina, por causa do limite de absorção do produto.
   
Existem vários tipos de hidratante, a principal função de todos eles é a mesma: manter a quantidade adequada de água na pele, com moléculas que atraem a água ou que formam uma barreira, evitando o ressecamento. O que varia é o tipo de produto que usamos. O melhor hidratante deve ser analisado, de acordo com o tipo de pele.
  • Peles oleosas combinam com hidratantes em forma de loção ou gel, que têm menos óleo na formulação. O uso de hidratantes em creme é contra-indicado porque em peles oleosas podem agravar a ocorrência de acne.
  • Já as peles secas precisam de produtos em creme, que têm fórmula mais oleosa.
  • Quem tem pele mista pode usar hidratantes formulados em gel ou gel-creme, livres de óleo. Desse jeito, se evita o ressecamento e o excesso de oleosidade.
  • Para peles normais são recomendados hidratantes em loção cremosa, mas livres de óleo para evitar o aparecimento de espinhas.
    Os hidratantes em forma de loção e gel podem não ter tanto efeito como os cremosos, mas não há grandes desvantagens, já que o creme pode facilitar o aparecimento de acne e foliculite por conter muito óleo. Independente do hidratante, o ideal é que combine com a pele para que a pessoa se sinta confortável.
 
Que hábitos diários podem diminuir os danos?
Primeiramente, devemos evitar banhos muito quentes, prolongados e o uso de buchas. Isso é válido, principalmente, para quem tem pele seca e sensível. O ideal é tomar um, ou no máximo dois banhos ao dia, com água morna e duração de no máximo 15 minutos. Caso sejam tomados mais de um banho por dia, os sabonetes devem ser usados no corpo todo apenas em um dos banhos; nos outros, usar apenas nos locais de dobras de pele (virilha, axilas, pés etc) ou de maior oleosidade. Opte sempre por sabonetes neutros, de glicerina, com pouco perfume e corante; os destinados aos bebês possuem menos substâncias químicas, assim sendo, são menos capazes de desencadear hipersensibilidade e irritar a pele. Evitar produtos que contenham álcool na sua fórmula, pois podem ressecar e irritar ainda mais a pele. Os hidratantes devem ser utilizados logo após o banho, no momento em que a pele ainda está úmida, pois a absorção e efetividade dos agentes emolientes ficam potencializadas. O ideal é que o hidratante seja indicado pelo dermatologista, pois o mesmo avaliará a pele do paciente e indicará o produto mais adequado. Algumas vezes, o ressecamento, prurido e vermelhidão, podem ser decorrentes de doenças cutâneas, como a dermatite atópica, psoríase, dermatite seborreica, entre outras. Nestes casos, é importante que o dermatologista diagnostique qual é a causa das alterações, para então indicar o tratamento mais adequado.
 
Principais dicas para manter a pele hidratada e protegida durante o inverno:
- Evite banhos quentes, prolongados e o uso de buchas, pois removem a camada que protege a pele e que ajuda a mantê-la hidratada, predispondo a um maior ressecamento e às dermatites
- Hidratação é essencial e deve ser mais intensa no outono e inverno, justamente, pela maior tendência à desidratação
- A aplicação dos hidratantes deve ser feita preferencialmente após o banho, quando a pele ainda está úmida, pois isso aumenta o poder de hidratação do produto, com maior retenção de água na pele.
- A hidratação também é feita de dentro para fora. Portanto, beba pelo menos dois litros de água diariamente, mesmo se não tiver sede.
- Os lábios também sofrem com a ação do frio e podem rachar e até ficar feridos. Não esqueça do protetor labial, de preferência, opte pelos que possuem fotoproteção.
- O frio, o vento e a baixa umidade podem provocar irritações e descamações, além de propiciarem o aparecimento de doenças da pele, como a dermatite atópica e a dermatite seborreica. Nesses casos, é fundamental procurar um dermatologista.
- Não deixe de usar o protetor solar diariamente. Mesmo nos dias nublados e frios às radiações estão presentes e podem causar danos à pele.
 
 
Como cuidar da pelo dos cotovelos e joelhos no inverno?
Joelhos e cotovelos são áreas muito acometidas quando a pele fica desidratada. Frio, vento, ar seco, banho quente e atrito constante são os culpados. É possível reverter e prevenir o problema adotando medidas simples e usando o creme adequado.
   
A pele desses dois pontos é mais espessa e enrugada, pois são regiões de trauma e tem finalidade de proteger as articulações e garantir a amplitude dos movimentos. Também têm menos glândulas sebáceas, que produzem o óleo natural que lubrifica a pele. Além disso, joelhos e cotovelos estão sujeitos a muito atrito e fricção, outro fator de ressecamento e espessamento.
   
Além do ressecamente, pode acontecer o escurecimento da região. A pigmentação  é uma resposta às agressões: exposição exagerada ao sol no verão, atividades físicas que aumentem o atrito no local, uso constante de calças justas e o ressecamento natural da área. Além de evitar o trauma que pode estar causando o problema, vale recorrer a tratamentos com substâncias despigmentantes, como o ácido kójico e a hidroquinona, que ajudam a clarear a região. No entanto, é preciso supervisão médica, pois a pele dessa área é muito delicada.
   
O uso de um hidratante potente e adequado é fundamental para o sucesso terapêutico. São recomendados produtos com dosagem alta de uréia (cerca de 20%), que têm ação queratolítica, ou seja, esfoliam e afinam a pele, removendo aquela camada endurecida. Outros ingredientes, para hidratar e amaciar, são bem-vindos: ceramidas, vitamina E, ácido láctico, lactato de amônia e alantoína.
   
O ressecamento também pode ser resultante do consumo insuficiente de água no inverno. Nessa época, transpiramos menos e, logo, sentimos menos sede. Mas ela continua essencial para manter a hidratação do corpo. Mesmo que você siga uma dieta rica em frutas, verduras e legumes (que também fornece o líquido), ainda é necessário beber 2 litros de água por dia. Os cuidados com o banho, optando-se por água morna e curta duração, também são válidos nessa situação. Buchas não devem ser utiliadas, pois podem agravar o problema.
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