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Bronzeamento

Aliados na Exposição Solar
Nutricosméticos
A rigor, a palavra nutricosmético não existe em português, mas tem sido empregada rotineiramente no balcão da farmácia, nos consultórios e em encontros internacionais de dermatologia para descrever o mais recente fenômeno mundial no campo da beleza. São pílulas multicoloridas que contêm uma associação de vitaminas, minerais, carotenóides e flavonóides, entre outras substâncias, com a missão de combater as carências nutricionais, a oxidação dos tecidos e estimular as funções da pele para restaurar a beleza do corpo e do rosto. O conceito surgiu com a proposta de nutrir internamente a pele, o que nem sempre pode ser feito pelos cremes de forma tópica.

A maior parte dos produtos nutricosméticos usa em sua composição as chamadas substâncias antioxidantes. São compostos como as vitaminas A, C e E, o licopeno (presente no tomate em maior quantidade), os bioflavonóides (encontrados nas frutas cítricas e uvas escuras), as catequinas (presentes no chá verde, uvas e morango, entre outras), o ácido fenólico (está no brócolis, cenoura, grãos integrais) e a quercetina (das cascas de uva e vinhos). Na literatura científica, eles aparecem como recursos capazes de prevenir o envelhecimento precoce das células por meio de um mecanismo razoavelmente complexo. Resumidamente, eles combatem a oxidação dos tecidos, o que leva ao envelhecimento.

A oxidação é atribuída aos radicais livres, moléculas que se formam por uma reação natural do organismo ao processo de queima do oxigênio pelas células. Como são muito instáveis, rapidamente se associam às moléculas próximas, o que pode levar a danos em células sadias. Em 99% dos casos, o corpo repara esses estragos. Mas se a produção de radicais livres aumentar muito, incentivada por doenças, alimentação ruim, radiação ultravioleta do sol ou fumo, entre outros agressores, fica difícil neutralizar as conseqüências de seu acúmulo no corpo, como o aparecimento de manchas na pele, rugas, falta de hidratação e maior predisposição a doenças. Aí é que entram em cena as doses adicionais de substâncias antioxidantes. As vitaminas, minerais como o selênio e compostos como o licopeno, entre outros com funções antioxidantes, se ligam aos radicais livres, anulando sua ação. Além disso, os cientistas estão se deparando com alguns desafios científicos para apurar a intensidade do desempenho desses produtos. Nós ainda não temos nenhuma tecnologia que nos permita avaliar exatamente quanto os antioxidantes conseguem reduzir a presença de radicais livres na pele humana.

Os nutricosméticos que prolongam o bronzeado geralmente contêm carotenóides, que não apenas auxiliam no bronzeado, mas também aumentam a proteção da pele contra queimaduras. solares. Deve-se começar a tomar um mês antes da exposição solar, e continuar tomando por alguns dias depois. Importante: este produtos não substituem o uso do protetor solar.
 
Alimentação
A alimentação é uma grande aliada na conquista do bronzeado desejado. Alimentos ricos em betacaroteno, precursor da vitamina A, auxiliam na produção de melanina, pigmento responsável pela cor da pele, sendo os mais indicados para manutenção do bronzeado. Além disso, possuem ação antioxidante, possibilitando proteção aos danos celulares que a radiação solar provoca e assim prevenindo o envelhecimento da pele pela exposição ao sol.

Esses nutrientes podem ser encontrados em vegetais verde escuros (espinafre, repolho, brócolis, agrião) e fruta alaranjadas como cenoura, abóbora, manga e mamão. Alem destes, existem outros nutrientes que agem como antioxidantes também para complementar a açõa da vitamina A nessa atividade. São eles, a Vitamina C encontrada na laranja, tangerina, abacaxi, acerola, goiaba e caju; a vitamina E, encontrada na gema de ovo, sementes de gergelim, girassol, castanha, amêndoas e azeite; e os flavonoides, encontrados no chá verde, tomate, cenoura, soja, morango, uva, cereja.

Para garantir o bronzeado perfeito no verão então, basta manter uma regularidade desses alimentos no cardápio diário, ou seja, consumir um pouco desses alimentos ao longo do dia para se ter uma reserva orgânica de betacaroteno e antioxidantes.

E antes de se expor ao sol pode ser consumido um suco com vários desses alimentos para potencializar esse efeito. Qualquer tipo de pele se beneficia de uma alimentação equilibrada junto com uma boa hidratação, pois esta é uma outra aliada na prevenção do envelhecimento cutâneo e na proteção da radiação ultravioleta. A água alem de evitar a desidratação, ajuda a manter os nutrientes ativos nas reações metabólicas garantindo o bronzeamento perfeito. Para isso, deve-se manter o consumo pelo menos de 2,5 litros de água, água de coco, sucos de frutas, dentre outros líquidos durante o dia todo e principalmente na praia, na piscina ou quando exposto ao sol. Pode-se aumentar o consumo de líquidos com uso de chás e de água aromatizadas, por serem uma fonte de flavonoides, hidratam e reagem contra os radicais livres.
 
Protetores Solares
Os protetores solares (ou filtros solares) são agentes químicos de uso tópico capazes de dificultar que a radiação UV atinja e danifique a nossa pele. A radiação UV incide sobre a Terra junto com a luz do Sol, está dividida em dois tipos – UVA e UVB –, e provoca diversas reações em nossa pele.
A radiação UVA – cuja intensidade pouco varia ao longo do dia – penetra profundamente na cútis e aumenta o risco reações como câncer de pele e fotoenvelhecimento. Mais intensa no verão e no período entre 10h e 16h, a radiação UVB atinge a pele mais superficialmente e provoca queimaduras e vermelhidão.
 
Assim, qualquer tipo de exposição ao Sol requer o uso de filtro solar, que precisa ser aplicado diariamente, mesmo quando o clima está frio, nublado ou chuvoso, pois mesmo nessas circunstâncias 80% dos raios solares conseguem ultrapassar as nuves e atingir a superfície. Apresentados em diferentes formas – gel, loção ou spray –, os filtros são produzidos com substâncias que protegem a pele ao absorver, refletir ou dispersar a radiação UV, minimizando seus efeitos.

O FPS (Fator de Proteção Solar) aponta o grau de proteção contra queimaduras oferecido pelo filtro solar. Quando alguém usa um filtro com FPS 30, por exemplo, significa que levará 30 vezes mais tempo para ficar vermelho do que se não tivesse aplicado o produto. Ou seja, está 30 vezes mais protegido do que se estivesse sem nada.

Como o FPS refere-se apenas ao grau de proteção contra a radiação UVB e ainda não existe consenso para classificar a proteção contra a radiação UVA, o ideal é optar por produtos que informem, na embalagem, oferecer proteção máxima contra radiação UVA/UVB. A eficácia varia conforme a quantidade aplicada e o tempo de exposição. Quanto maior o FPS, maior o nível de radiação UV filtrado pelo produto e maior o intervalo para sua reaplicação. O filtro solar protege a pele tanto em relação aos danos agudos, como queimadura, assim como dos crônicos, como envelhecimento e câncer de pele. Imaginemos que uma pessoa vá à praia sem filtro solar e fique vermelha após 10 minutos. O fator de proteção solar 15 significa que após passá-lo, esta mesma pessoa poderá ficar um tempo 15 vezes maior antes de ficar vermelha, isto é, 150 minutos (cerca de duas horas).

O filtro solar deve ser escolhido considerando a tonalidade e o tipo de pele. Quanto mais clara for uma pessoa, maior o FPS de que ela precisará. Dermatologistas recomendam a utilização de produtos com FPS 15, no mínimo.

O filtro solar precisa ser aplicado cerca de 30 minutos antes da exposição ao Sol, em todas as áreas que ficarão expostas, e reaplicado a cada duas horas, ou até antes, caso se esteja na praia, na piscina ou realizando atividades que implicam transpiração excessiva.

O produto deve ser espalhado generosamente pelo corpo. A quantidade utilizada varia conforme a constiuição física de cada pessoa, mas, nos EUA, o FDA estabelceu um mínimo de 2 miligramas do produto por cada centímetro quadrado do corpo. Em termos práticos, isso significa usar:
No rosto e no pescoço: 1 colher de chá
No tronco: 1 colher de sopa no tórax e uma no dorso;
Nos braços: 1 colher de sopa para ambos;
Nas pernas: 1 colher de sopa para ambas.

Caso seja utilizado em quantidade menor que o necessário, o filtro solar terá sua eficácia comprometida e agirá por menos tempo, e a pele ficará exposta aos efeitos deletérios da radiação UV. Não economize o produto e não esqueça de aplicá-lo em áreas vulneráveis do corpo, como orelhas, pés e mãos.

Usuárias habituais de maquiagens ou hidratantes com FPS precisam ficar atentas quanto à real efetividade dos mesmos. Diversos produtos apresentam fator de proteção muito baixo e insuficiente para a finalidade a que se destina. O ideal é apostar em produtos com FPS acima de 30, que são mais difíceis de encontrar. Pessoas de pele negra ou morena também precisam de proteção e devem apostar em produtos com FPS 15, no mínimo, enquanto as peles mais claras requerem FPS ainda mais elevado.

Independentemente do protetor solar escolhido, certifique-se de aplicá-lo generosamente e re-aplicar, pelo menos a cada 2h, para alcançar a proteção UV indicada no rótulo do produto. Sempre após entrar na água, ou após suor excessivo, o produto deve ser re-aplicado, pois perde sua capacidade de fotoproteção. A radiação solar desestabiliza e inativa diversos componentes do fotoprotetor, por isso é fundamental a re-aplicação para garantia de proteção solar adequada.  

O filtro solar precisa ser passado em quantidade suficiente para deixar uma camada espessa e protetora. Ele deve ser espalhado em todo o corpo, inclusive orelhas, pés e mãos 30 minutos antes da exposição solar. O filtro deve ser repassado, também em quantidade significativa, 20 a 30 minutos após o início da exposição. Depois disso ele será passado novamente a cada duas horas.

O produto deve ser escolhido de acordo com o tipo de pele. Em geral, para peles oleosas são recomendados os produtos em gel, gel creme ou loções oil free (sem óleo). Já quem sofre com a pele ressecada deve optar por loções mais cremosas Além disso, há no mercado muitos cosméticos com tecnologias sofisticadas que aliam a proteção solar a substâncias hidratantes e antifotoenvelhecimento. Uma das coisas que diferencia um fotoprotetor de boa qualidade de um de qualidade inferior é a proteção contra radiação ultravioleta A (UVA). Os bons filtros têm fator de proteção contra UVA mais amplo, geralmente declarado na embalagem com as siglas PPD/IPD. O fator FPS está relacionado somente à proteção contra os raios UVB. No entanto, ainda não há consenso para classificar e denominar a proteção contra o UVA. O mais prático, é procurar nas embalagens a seguinte frase: "proteção solar máxima UVA/UVB”. Mesmo porque, já se sabe que os dois tipos de radiação solar ultravioleta estão relacionados ao aparecimento do câncer de pele e fotoenvelhecimento. O FPS sinaliza quantas vezes mais a pele receberá proteção extra após a aplicação do produto. O ideal é que seja usado um produto de pelo menos fator 15.
 
Autobronzeadores e Bronzeamento à Jato
Os autobronzeadores são uma ótima opção para as mulheres que desejam obter um bronzeado saudável sem se expor aos danos proporcionados pela radiação solar. O produto contém dihidroxiacetona (DHA), um açúcar que reage com a queratina da pele, produzindo uma substância amarronzada, a melanoidina. A reação é saudável e não faz mal ao organismo. O bronzeamento a jato é feito com um spray autobronzeador que elimina uma substância líquida e transparente em todo o corpo, a qual reage com a melanina da pele, estimulando o escurecimento.

Antes da aplicação, a pele é lavada e esfoliada para retirar a camada córnea, visando o aumento da penetração do produto e a uniformidade da aplicação, que dura aproximadamente 30 minutos: 10 minutos para a aplicação e, em média, de 15 a 20 minutos para a secagem completa. O produto é aplicado em todo o corpo. Deve-se ter cuidado para aplicar o jato em quantidade homogênea e em todas as partes do corpo. O resultado final pode ser notado aproximadamente oito horas após o final da sessão.
 
A técnica é segura e pode ser aplicada em todos os tipos de pele a partir dos 15 anos, tem risco zero de câncer e não provoca o envelhecimento precoce. O bronzeamento a jato também é indicado para mulheres que sofrem de sensibilidade ao sol, portadoras de alguma doença de pele ou qualquer outro problema que não permite que se exponham ao sol. Além de oferecer um bronzeado sem riscos à saúde, disfarça imperfeições da pele como estrias, celulites e manchas. A duração pode variar de 7 a 12 dias. O produto não penetra na pele, logo, a cor bronzeada permanece apenas na camada cutânea mais superficial.

O bronzeamento a jato não possui nenhuma restrição quanto à periodicidade de uso, e pode ser aplicado semanalmente para manter o bronzeado durante o período desejado. Não é recomendada a aplicação em gestantes, pessoas alérgicas à substância dihidroxiacetona  e que apresentem ferimentos na pele.

Após a aplicação, é importante evitar o uso de buchas, atritos na pele e suor excessivo. Abuse do uso dos hidratantes livres de óleos. Nunca esfolie a pele após aplicação e não tome banho durante oito horas após o bronzeamento. Também é recomendado evitar banhos de imersão ou muito quentes e não depilar ou descolorir os pelos após a aplicação do produto. Ainda que seja permitido tomar sol após o procedimento, o uso de protetor solar é essencial, pois o bronzeamento a jato não protege contra os raios solares.
Bronzeamento Artificial
Embora o uso das câmaras de bronzeamento artificial esteja proibido no Brasil, muitas clínicas promovem este tratamento estético de risco
 
No ano de 2009, uma Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa (RDC 56/09) determinou a proibição do uso das câmaras de bronzeamento artificial no território nacional.
 
A medida aconteceu quando a Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer (IARC), órgão ligado à Organização Mundial da Saúde (OMS), incluiu a exposição às radiações ultravioletas na lista de práticas e produtos carcinogênicos para humanos, estimulando agências de vigilância de diversos países do mundo a banirem o seu uso.
 
A alta intensidade de radiação ultravioleta pelas cabines de bronzeamento artificial, além de aumentar os riscos do câncer de pele pode ocasionar outras lesões e o  envelhecimento cutâneo.
 
Essa informação, baseada em estudos diversos, já está mais que difundida por aqui. Mas enquanto a Anvisa determina a proibição e a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) condena o uso das câmaras de bronzeamento artificial, clínicas de todo o país - amparadas por liminares concedidas pela Justiça a empresas que produzem o equipamento - continuam oferecendo o tratamento e colocando a saúde de brasileiros em risco.
 
O bronzeamento artificial é sempre sinônimo de danos à pele e esses danos são cumulativos. Os resultados aparecem após 10 ou 15 anos da adesão contínua desta prática de bronzeamento.

Entrevista:
Em 2009, a Anvisa proibiu o uso das câmaras de bronzeamento artificial, devido à sua relação com o câncer de pele. Fale sobre isso.
Dra. Carolina - O bronzeamento artificial é baseado em altas doses de radiação UVA. Também presente no sol, a radiação UVA causa o bronzeamento, não causa a queimadura e está ligada ao envelhecimento e ao câncer de pele.

Existem estudos cientificos que demonstraram a ligação entre o bronzeamento artificial e o câncer de pele?
Dra. Carolina – Existem diversos estudos Norte Americanos, por exemplo. Muitos deles apontam para o aumento da incidência do câncer de pele em jovens, que são os mais adeptos ao bronzeamento artificial.
 
Com qual tipo de câncer de pele o bronzeamento artificial está mais relacionado?  
Dra. Carolina – Com todos os tipos de câncer de pele. O mais incidente deles é o carcinoma basocelular, seguido do carcinoma espinocelular. Por fim, alguns subtipos do melanoma, que é a neoplasia de pele mais letal.  
 
É possível estimar o risco do câncer de pele em uma pessoa que faça uso das câmaras de bronzeamento frequentemente?  
Dra. Carolina – O risco existe para todas as pessoas que se submetem ao bronzeamento artificial. Quanto maior o tempo total de exposição (dose de radiação acumulada), maior o dano celular e maiores as chances do desenvolvimento do câncer de pele. O risco aumenta ainda mais nos indivíduos que têm fototipo (caracterização da pele quanto sua coloração e reação à exposição solar) baixo, ou seja, que tem pouca capacidade (determinada geneticamente) de produção de melanina. São aqueles com tendência a queimar e não bronzear, que têm olhos e cabelos claros, que são ruivos e que apresentam sardinhas na pele, por exemplo. Há outros fatores que potencializam esse risco, como histórico pessoal e/ou familiar de câncer de pele.
 
E o que é a melanina?
Dra. Carolina - A melanina é um pigmento da pele, produzido com o estimulo da radiação. No caso do bronzeamento artificial, se faz um estimulo muito intenso, sem que a pele tenha tempo de se preparar e promover a autoproteção.

Quais outras lesões de pele o bronzeamento artificial pode causar?
Dra. Carolina - Envelhecimento, dano do colágeno e da elastina, aparecimento de rugas, manchas (escuras, claras) e aumento da vascularização da pele, que resulta em alteração na sua consistência, entre outros. Algumas lesões são possíveis de se tratar, outras são muito difíceis de reverter.  
 
Para terminarmos, qual a forma correta de buscar o tão desejado bronzeamento? É correto bronzear-se?
Dra. Carolina - Bronzeado significará dano, sempre, e é fundamental que se tenha isso em mente. Partindo desse ponto, a recomendação é que a exposição ao sol aconteça da melhor maneira possível, respeitando-se os limites da pele. Não tomar sol entre às 10h e às 16h, bronzear-se paulatinamente, com calma, para que a pele possa produzir melanina, usar protetor solar corretamente, aplicando-o e reaplicando-o, utilizar roupas e chapéus com protetor solar etc.
Exposição Solar e Bronzeamento Saudável
O bronzeamento artificial pode levar ao câncer de pele?
 Os raios UVA das cabines de brozeamento, foram classificados como "cancerígenos" pelo Centro Internacional de Investigação sobre o Câncer (CIRC), a agência da Organização Mundial de Saúde (OMS) para esta enfermidade. A conclusão foi divulgada em 2009, por um grupo de 20 especialistas, de nove países, reunidos no CIRC, com sede em Lyon, na França.
 
Desde 1992, os raios solares ultravioletas (A, B e C), do mesmo modo que os UVA artificiais de lâmpadas de bronzeamento, figuram no nível 2 da classificação do CIRC, mas diante dos últimos estudos científicos, o órgão elevou todos os raios ultravioletas ao nível 1: cancerígeno para o homem. A Análise concluiu que quando a exposição aos raios UVA artificiais começa antes dos 30 anos de idade, o risco de melanoma (a forma mais agressiva do câncer de pele) aumenta em 75%. Numerosos estudos mostraram uma ligação entre o bronzeamento artificial e o melanoma ocular.

Além disso, outro perigo é a má manutenção das instalações, pois os tubos que produzem os raios UVA deterioram-se e a luz que emitem torna-se ainda mais perigosa.

Embora o uso das câmaras de bronzeamento artificial esteja proibido no Brasil, muitas clínicas promovem este tratamento estético de risco. No ano de 2009, uma Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa (RDC 56/09) determinou a proibição do uso das câmaras de bronzeamento artificial no território nacional.

A medida aconteceu quando a Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer (IARC), órgão ligado à Organização Mundial da Saúde (OMS), incluiu a exposição às radiações ultravioletas na lista de práticas e produtos carcinogênicos para humanos, conforme citado anteriormente, estimulando agências de vigilância de diversos países do mundo a banirem o seu uso.

A alta intensidade de radiação ultravioleta pelas cabines de bronzeamento artificial, além de aumentar os riscos do câncer de pele pode ocasionar outras lesões e o  envelhecimento cutâneo.

Essa informação, baseada em estudos diversos, já está mais que difundida por aqui. Mas enquanto a Anvisa determina a proibição e a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) condena o uso das câmaras de bronzeamento artificial, clínicas de todo o país - amparadas por liminares concedidas pela Justiça a empresas que produzem o equipamento - continuam oferecendo o tratamento e colocando a saúde de brasileiros em risco. Somente em São Paulo (SP), há cerca de 8 cabines de bronzeamento artificial em pleno funcionamento, em renomadas clínicas de estética.

O bronzeamento artificial é sempre sinônimo de danos à pele. E são danos cumulativos. Os resultados aparecem após 10 ou 15 anos da adesão contínua desta prática de bronzeamento. O bronzeamento artificial é feito com altas doses de radiação UVA. Também presentes no sol, a radiação UVA causa o bronzeamento, não causa a queimadura e está ligada ao envelhecimento e ao câncer de pele.

Estudos mostram que o bronzeamento artificial está relacionado com todos os tipos de câncer de pele. O mais incidente deles é o carcinoma basocelular, seguido do carcinoma espinocelular. Por fim, alguns subtipos do melanoma, que é a neoplasia de pele mais letal. O risco existe para todas as pessoas que se submetem ao bronzeamento artificial. Quanto maior o tempo total de exposição (dose de radiação acumulada), maior o dano celular e maiores as chances do desenvolvimento do câncer de pele. O risco aumenta ainda mais nos indivíduos que têm fototipo (caracterização da pele quanto sua coloração e reação à exposição solar) baixo, ou seja, que tem pouca capacidade (determinada geneticamente) de produção de melanina. São aqueles com tendência a queimar e não bronzear, que têm olhos e cabelos claros, que são ruivos e que apresentam sardinhas na pele, por exemplo. Há outros fatores que potencializam esse risco, como histórico pessoal e/ou familiar de câncer de pele.
 
Os autobronzeadores oferecem algum perigo à pele?
Os autobronzeadores são uma ótima opção para as mulheres que desejam obter um bronzeado saudável sem se expor aos danos proporcionados pela radiação solar. O produto contém dihidroxiacetona (DHA), um açúcar que reage com a queratina da pele, produzindo uma substância amarronzada, a melanoidina. A reação é saudável e não faz mal ao organismo. No entanto, é importante que saiba aplicar o produto da forma correta, já que, quando mal espalhado, pode provocar manchas alaranjadas.
 
Esfoliação
 Antes de aplicar o produto, faça uma esfoliação no banho para eliminar o excesso de células mortas. Depois do banho, seque-se bem e não passe nenhum outro creme ou hidratante antes do autobronzeador.
 
Aplicação
É importante que usar luvas ou lavar as mãos logo em seguida. Caso contrário, a palma também ficará tingida, podendo até manchar sua roupa.
 
Distribuição
O autobronzeador deve ser aplicado com movimentos longos e metódicos para assegurar uma distribuição uniforme. O bronzeado costuma ficar mais escuro em certas zonas do corpo, como calcanhares, joelhos e cotovelos. Caso isso aconteça, passe um algodão umedecido nessas partes para diluir a tonalidade do autobronzeador.
 
Face
Ao aplicar o autobronzeador no rosto, coloque um pouco na testa, nariz, queixo, maçãs do rosto e pescoço, e depois espalhe bem o produto, de dentro para fora. Não esqueça regiões como nuca e zona atrás das orelhas.
 
Pele dourada
Após a primeira aplicação, o produto pode ser reaplicado diariamente até que obtenha o efeito desejado. Para manter a cor, aplique o autobronzeador 1 a 2 x por semana. Espere aproximadamente 30 minutos antes de se vestir, até que o produto seque totalmente.

Não esqueça também que pele bronzeada não é sinal de pele protegida. É sempre necessário usar fator de proteção solar para prevenir os danos à pele.

Jet Bronze - Bronzeamento a jato:
Trata-se de um spray autobronzeador que elimina uma substância líquida e transparente em todo o corpo, a qual reage com a melanina da pele, estimulando o escurecimento.

Antes da aplicação, a pele é lavada e esfoliada para retirar a camada córnea, visando o aumento da penetração do produto e a uniformidade da aplicação, que dura aproximadamente 30 minutos: 10 minutos para a aplicação e, em média, de 15 a 20 minutos para a secagem completa. O produto é aplicado em todo o corpo. Deve-se ter cuidado para aplicar o jato em quantidade homogênea e em todas as partes do corpo. O resultado final pode ser notado aproximadamente oito horas após o final da sessão.

A técnica é segura e pode ser aplicada em todos os tipos de pele a partir dos 15 anos, tem risco zero de câncer e não provoca o envelhecimento precoce. O bronzeamento a jato também é indicado para mulheres que sofrem de sensibilidade ao sol, portadoras de alguma doença de pele ou qualquer outro problema que não permite que se exponham ao sol. Além de oferecer um bronzeado sem riscos à saúde, disfarça imperfeições da pele como estrias, celulites e manchas. A duração pode variar de 7 a 12 dias. O produto não penetra na pele, logo, a cor bronzeada permanece apenas na camada cutânea mais superficial.

O bronzeamento a jato não possui nenhuma restrição quanto à periodicidade de uso, e pode ser aplicado semanalmente para manter o bronzeado durante o período desejado. Não é recomendada a aplicação em gestantes, pessoas alérgicas à substância dihidroxiacetona  e que apresentem ferimentos na pele.
 
Após a aplicação, é importante evitar o uso de buchas, atritos na pele e suor excessivo. Abuse do uso dos hidratantes livres de óleos. Nunca esfolie a pele após aplicação e não tome banho durante oito horas após o bronzeamento. Também é recomendado evitar banhos de imersão ou muito quentes e não depilar ou descolorir os pelos após a aplicação do produto. Ainda que seja permitido tomar sol após o procedimento, o uso de protetor solar é essencial, pois o bronzeamento a jato não protege contra os raios solares.
 
Qual a importância da esfoliação?
Os esfoliantes servem para retirar as células mortas que ficam na superfície da pele. Com a pele mais fina, os hidratantes e outros dermocosméticos conseguem agir melhor, pois têm maior penetrabilidade. A esfoliação é uma maneira de realizar um peeling mecânico, uma forma de retirar as células mortas que se formam diariamente impedindo a pele de ficar sedosa, limpa e com viço. Por apresentar uma textura uniforme, a pele esfoliada também está mais bem preparada para receber o sol e não ficar com cores diferentes.  Assim, de um modo geral, a esfoliação é o processo de remoção de células mortas da camada superficial da pele. Este processo melhora o aspecto e a textura da pele, ao expor as suas camadas mais jovens e saudáveis e desobstruir os poros. Além disso, previne o aparecimento de pêlos encravados e acne. Ao esfoliar, limpamos a pele de forma mais profunda,  eliminando impurezas, que de outra forma e apesar da higiene diária, se acumulariam. A esfoliação também estimula a circulação sanguínea local, promove a renovação celular e pode clarear manchas.
 
A pele começou a descascar após o sol. O que fazer?

É importante começar o tratamento da queimadura solar o mais rapidamente possível. Além de interromper à exposição à radiação UV, recomenda-se:

Banhos frescos para reduzir o calor.

Hidratantes para ajudar a aliviar o desconforto causado pelo ressecamento e tornar a recuperação cutânea mais rápida. Assim que sair do banho, delicadamente seque com uma toalha, mas deixe um pouco de água na superfície da pele. Em seguida, aplique o hidratante, isso ajuda na retenção da água na pele.

Antinflamatórios não esteróides, como por exemplo a aspirina e ibuprofeno, podem ajudar a reduzir o inchaço, vermelhidão e desconforto.

Beber muita água. A queimadura solar leva à perda de líquidos para a superfície da pele. Beber mais água evita a desidratação.

Se existem bolhas na pele, no mínimo, você tem uma queimadura de segundo-grau. Nesse caso é recomendado que:
  • Não manipule as bolhas, deixe que elas cicatrizem sozinhas. As bolhas se formam para ajudar a pele a recuperar-se e protegê-la da infecção.
  • Se as bolhas cobrem uma grande área, ou você apresenta calafrios, dor de cabeça ou febre, procure atendimento médico imediato.
  • Com qualquer queimadura solar, você deve evitar o sol enquanto a pele cicatriza. Certifique-se de cobrir as áreas afetadas toda vez que dirigir-se ao ar livre.
 
 
Porque o bronzeado é tão importante para a mulher brasileira?
 São poucos os que resistem a ganhar uma corzinha durante as férias de verão. Sair da praia com a mesma cor que chegou dá a sensação de que ficou faltando algo. Este conceito é resultado do culto ao bronzeamento, muito comum no Brasil, onde o encontro social acontece nas praias e piscinas, principalmente durante o verão, e muitos acham que a pele bronzeada tem um aspecto mais saudável.
 
Compreenda que, para se bronzear, você não precisa se queimar! Queimaduras repetidas ao longo dos anos podem levar ao câncer e devem ser evitadas. Entre 10 e 16 horas aumenta muito o ultravioleta B, causador das queimaduras solares, portanto, neste horário, proteja-se sempre!
 
Já o ultravioleta A, o mesmo usado nas câmaras de bronzeamento, não causa queimaduras, mas bronzeia. Está disponível antes das 10 e após as 16 horas em grande intensidade. No entanto, lembre-se de que esta radiação, além de envelhecer sua pele precocemente causando manchas e rugas, também predispõe ao surgimento do câncer. Expor sua pele ao sol em demasia é um risco que pode trazer consequências sérias futuramente e o prejudicado será você.
 
O que significa ter uma pele bronzeada?
Infelizmente os efeitos do sol na pele são sempre cumulativos e acontecem desde a primeira infância, desde o primeiro raio de sol atingindo-a. Queimaduras solares com vermelhidão, descamação e formação de bolhas danificam mais ainda a pele e aumentam muito o risco de câncer cutâneo.

O sol é necessário para ativar a vitamina D no nosso organismo e evitar o raquitismo. Apenas 10 minutos diários de sol são suficientes para prover todas as nossas necessidades. Para o bronzeamento é necessário um tempo muito maior de exposição ao sol, e, embora a pele bronzeada seja muito "cultuada" em nosso meio, a verdade é que este costume pode causar sérios danos à pele devido ao efeito cumulativo da radiação solar.

Além do câncer de pele, o sol está diretamente relacionado ao envelhecimento precoce da pele, além das queimaduras, desidratação e da insolação. Por isso, a prevenção do câncer e muitas outras doenças de pele devidas ao sol é extremamente importante e se inicia na infância, devendo manter-se por toda a vida.

Há vários modos de se proteger do sol. O mais importante simples e barato é nunca se expor ou evitar sair de casa nos horários em que ele é mais forte, entre 10 e 16 horas da tarde. Como nem sempre isso é possível, faz-se necessário o uso de "sombrinhas", chapéus, roupas que cubram do decote até os punhos e tornozelos. Mas dificilmente alguém sai desse jeito nas ruas, daí a necessidade do uso de fotoprotetores.
 
Quais os artifícios que elas devem usar para obter o resultado esperado?
Os cuidados básicos são, alimentação equilibrada; ingerir muito liquido; tomar sol na medida certa.; usar constantemente filtro solar passando em toda o corpo, várias vezes ao dia e de maneira adequada, espalhando-o bem; usar chapéu e óculos escuros e hidratantes pós-sol. Os produtos à base de vitaminas, principalmente as vitaminas C e E, antioxidantes, neutralizam as ações danificadoras dos raios ultravioleta.
   
Dicas para os dias quentes:
1- Hidratar
Alguns cuidados são importantes para preparar a pele para os dias quentes como beber muito liquido, usar sabonete neutro, tomar banho rápido, tomar banho não muito quente e passar hidratante 1x/dia.

2- Nutrir
Usar hidratantes com uréia, lactato de amônio, ácido hialurônico, vitaminas E, A e C que também ajudam a manter o bronzeado. O hidratante pode e deve ser usado após o banho, pois a pele está mais receptiva a penetração do mesmo. Mãos e pés, assim como cotovelos e joelhos devem ser mais hidratados.

3- Esfoliar
As primeiras esfoliações antes da exposição ao sol, depois do inverno, são as mais importantes para que o bronzeado seja bonito e saudável. A esfoliação é interessante para "eliminar as células mortas e tornar a pele mais homogênea. Esfoliar com produtos como grânulos de polietileno, produtos abrasivos com sementes naturais como apricot, hamamélis e uva, também ajudam na hidratação da pele. Esfoliar 1x semana, ajuda a pigmentação tornar-se regular e persistente.

4- Tomar sol aos poucos
Se a pessoa estiver muito "branquinha" não adianta tomar 10 horas de sol para forçar o bronzeamento. O que ocorrerá é queimadura, dano intenso da pele, formação de bolhas e descascamento, além do aumento do risco de câncer de pele no futuro. O ideal é ir tomando sol aos poucos sempre com filtro solar. A pele vai ficando morena gradualmente e o bronzeado dura mais tempo.

5- Usar protetor solar sempre
O filtro solar protege a pele da radiação e permite que você adquira uma cor mais saudável. Ele deve ser passado 30 minutos antes da exposição ao sol. Deve ser bem espalhado e re-aplicado de 2/2h. Não esquecer das orelhas e dorso do pé.

6- Usar autobronzeador
O autobronzeador ou bronzeador sem sol, promove a mudança da cor da pele sem a necessidade da exposição à radiação ultravioleta. Além disso, ajuda a diminuir a ansiedade de adquirir a cor rapidamente. Usando a dihidroxiacetona dias antes de começar a exposição ao sol haverá um certo grau de proteção e também menos pressa, pois a pele já estará bronzeada e bonita. É importante ressaltar que os autobronzeadores não substituem o uso do protetor solar, que sempre deve ser utilizado por oferecer proteção, diferentemente do autobronzeador, que bronzeia, mas não protege.

7- A alimentação no verão deve ser leve e saudável
Comer cenoura, mamão, laranja, tomate, ajuda a conseguir um melhor bronzeado. É a ação do betacaroteno, que tem ação contra os radicais livres induzidos pela radiação solar. Assim sendo, o bronzeado durará mais tempo.

Dicas de como usar o fotoprotetor:
  • Escolha sempre FPS 30 (ou maior, se seu médico assim orientar), prefira também os que protejam contra os raios UVA, UVB (ultravioleta A e B); já existem os que protegem contra a radiação infravermelha (verificar embalagem).
  • Se sua pele for seca prefira cremes ou loções;
  • Se sua pele for oleosa prefira os géis ou loções mais suaves;
  • Aplique 20 minutos antes de se expor ao sol, em todo o rosto e corpo (equivale a cerca de 4 a 7 colheres do produto), espalhando-o de modo bem homogêneo;
  • É aconselhável a reaplicação pelo menos a cada 2 horas (se estiver no litoral ou clube) ou após cada mergulho (mesmo os que são à prova d´água acabam saindo em maior ou menor grau). Na cidade, aplique a cada 3 ou 4 horas em toda área que estiver exposta à luz. Se transpirar demais, também é aconselhável reaplicar mais vezes;
  • Não se esqueça das orelhas, nuca, dorso dos pés;
  • Caso não haja restrições, use também os fotoprotetores labiais no nariz e ao redor dos olhos;
  • Mesmo usando protetor, não fique ao sol entre 10 e 16 hs. Se tiver de se expor, permaneça na sombra usndo também camiseta, boné e óculos de sol; estar na sombra não significa estar completamente protegido, pois a luz se reflete na areia, água, mar, neve, cimento, atingindo a pele;
  • O uso dos fotoprotetores não deve se limitar ao verão, mas ao ano todo, mesmo nos dias mais nublados.
  • Outras dicas:
  • Bronzeamento artificial é um procedimento contra-indicado pois causam os mesmos efeitos maléficos do sol. Além disso, nem sempre as câmaras bronzeadoras são confiáveis ou providas de filtro adequado;
  • Devido ao fato do calor poder degradar o fotoprotetor, não é conveniente guardá-lo aberto de um ano para o outro;
  • Beba sempre muitos líquidos para evitar a desidratação;
  • Contato com frutas (figo, além das cítricas), maquiagem, perfumes, medicamentos e cosméticos podem levar a reações da pele especialmente quando exposta ao sol, surgindo manchas ou até bolhas e queimaduras;
  • Hidratantes: use-os após cada período de exposição ao sol e após os banhos;
  • Crianças: a partir dos seis meses de idade deve ser iniciado o uso de um protetor solar apropriado para bebês. Antes disso, eles devem sempre permanecer à sombra e protegidos com chapeuzinhos (nunca expostos diretamente à radiação solar). Crianças maiores costumam permanecer ao sol muito mais que os adultos, recebendo doses muito altas de radiação. É fundamental a fotoproteção na infância devido aos perigos que a não proteção implica para o futuro adulto. Cuidemos de nossas crianças, incutindo neles o hábito do uso dos fotoprotetores;
 
Como ter um bronzeado sem riscos?  
Antes de mais nada, nunca tente adquirir a cor de um verão inteiro no primeiro dia de férias. Você deve entender que o bronzeado só vai começar a aparecer 48 a 72 horas após a primeira exposição solar. Este é o tempo necessário para que a melanina (pigmento que dá cor à pele) seja produzida e liberada pelas células. É um processo gradual e não adianta exagerar no sol para tentar apressá-lo.

Proceda assim: durante a primeira semana, chegue na praia antes das 9 horas, exponha-se por 20 minutos ao sol e então aplique generosamente o protetor solar, sempre com FPS 15 ou maior. Lembre-se de que o protetor leva de 20 a 30 minutos para atingir sua proteção máxima e de que, mesmo com filtro solar, uma parte da radiação ultravioleta está atingindo sua pele e estimulando o bronzeamento. Reaplique o protetor a cada 2 horas ou sempre que mergulhar ou suar muito. Não esqueça de usar bonés e barraca de praia, principalmente no horário entre 10 e 16 horas.

Se você não consegue acordar cedo nas férias, e chega na praia sempre no pior horário, aplique o filtro solar assim que chegar. Como ele vai levar 20 a 30 minutos para agir e a intensidade de radiação solar neste horário é muito maior, você já estará recebendo estímulo suficiente para o bronzeamento, que vai aparecendo aos poucos.

Acredite e experimente, em poucos dias você estará com a cor desejada e sem queimaduras. É fácil ver se está funcionando. A partir do terceiro dia, verifique sua marca de biquini ou calção, você vai ver a diferença. Uma vez que você adquiriu seu bronzeado, basta continuar o esquema acima para manter a cor e sua pele estará mais saudável, sem o sofrimento das queimaduras e sem descascar.

Mas veja bem, se você tem fototipos I e II (conheça o seu fototipo), dificilmente você se bronzeará, portanto, não adianta insistir, você só vai danificar a sua pele. No seu caso, você deve assumir sua condição e buscar outro padrão de beleza, que já começa a ganhar força no meio artístico e da moda, a pele branca, sem manchas.
 
Auto-bronzeadores: uma opção para o bronzeamento
Os auto-bronzeadores, são cremes ou locões com dihidroxiacetona, substância que provoca uma reação química na pele, escurecendo-a. Esta reação provoca a pigmentação da camada mais externa da pele (camada córnea), dando uma cor semelhante à do bronzeamento. Os produtos não estimulam a produção da melanina, pigmento que dá a cor natural da pele portanto, na verdade, não estão bronzeando, apenas tingindo a camada córnea.
   
Não causam mal algum, a não ser naqueles que tenham alergia ao produto. O inconveniente é que, em algumas pessoas, a coloração resultante não fica muito natural, por isso recomenda-se experimentar o produto em uma pequena parte da pele para ver se a cor fica boa e aí então aplicar no resto do corpo. O produto deve ser reaplicado em intervalos que variam de 2 a 5 dias para se manter a cor, e são uma boa opção para aqueles que não dispensam uma "corzinha" no verão mas querem manter a pele saudável.
 
Os auto-bronzeadores não devem, entretanto, ser confundidos com protetores solares pois a coloração resultante do seu uso nao confere proteção contra o sol.
 
Quais os riscos das fórmulas caseiras?
 Fórmulas caseira podem desencadear queimaduras, manchas e reações alérgicas. Portanto, não são recomendadas.

O uso do bronzeador é recomendado?
 Não, deve-se optar por produtos que ofereçam proteção de alto-espectro, ou seja, para radiação UVA e UVB. Os protetores solares (ou filtros solares) são agentes químicos de uso tópico capazes de dificultar que a radiação UV atinja e danifique a nossa pele. A radiação UV incide sobre a Terra junto com a luz do Sol, está dividida em dois tipos – UVA e UVB –, e provoca diversas reações em nossa pele.
 
A radiação UVA – cuja intensidade pouco varia ao longo do dia – penetra profundamente na cútis e aumenta o risco reações como câncer de pele e fotoenvelhecimento. Mais intensa no verão e no período entre 10h e 16h, a radiação UVB atinge a pele mais superficialmente e provoca queimaduras e vermelhidão.

Assim, qualquer tipo de exposição ao Sol requer o uso de filtro solar, que precisa ser aplicado diariamente, mesmo quando o clima está frio, nublado ou chuvoso, pois mesmo nessas circunstâncias 80% dos raios solares conseguem ultrapassar as nuves e atingir a superfície. Apresentados em diferentes formas – gel, loção ou spray –, os filtros são produzidos com substâncias que protegem a pele ao absorver, refletir ou dispersar a radiação UV, minimizando seus efeitos.

O FPS (Fator de Proteção Solar) aponta o grau de proteção contra queimaduras oferecido pelo filtro solar. Quando alguém usa um filtro com FPS 30, por exemplo, significa que levará 30 vezes mais tempo para ficar vermelho do que se não tivesse aplicado o produto. Ou seja, está 30 vezes mais protegido do que se estivesse sem nada.

Como o FPS refere-se apenas ao grau de proteção contra a radiação UVB e ainda não existe consenso para classificar a proteção contra a radiação UVA, o ideal é optar por produtos que informem, na embalagem, oferecer proteção máxima contra radiação UVA/UVB. A eficácia varia conforme a quantidade aplicada e o tempo de exposição. Quanto maior o FPS, maior o nível de radiação UV filtrado pelo produto e maior o intervalo para sua reaplicação. O filtro solar protege a pele tanto em relação aos danos agudos, como queimadura, assim como dos crônicos, como envelhecimento e câncer de pele. Imaginemos que uma pessoa vá à praia sem filtro solar e fique vermelha após 10 minutos. O fator de proteção solar 15 significa que após passá-lo, esta mesma pessoa poderá ficar um tempo 15 vezes maior antes de ficar vermelha, isto é, 150 minutos (cerca de duas horas).

O filtro solar deve ser escolhido considerando a tonalidade e o tipo de pele. Quanto mais clara for uma pessoa, maior o FPS de que ela precisará. Dermatologistas recomendam a utilização de produtos com FPS 15, no mínimo.

O filtro solar precisa ser aplicado cerca de 30 minutos antes da exposição ao Sol, em todas as áreas que ficarão expostas, e reaplicado a cada duas horas, ou até antes, caso se esteja na praia, na piscina ou realizando atividades que implicam transpiração excessiva.      

O produto deve ser espalhado generosamente pelo corpo. A quantidade utilizada varia conforme a constiuição física de cada pessoa, mas, nos EUA, o FDA estabelceu um mínimo de 2 miligramas do produto por cada centímetro quadrado do corpo. Em termos práticos, isso significa usar:
No rosto e no pescoço: 1 colher de chá
No tronco: 1 colher de sopa no tórax e uma no dorso;
Nos braços: 1 colher de sopa para ambos;
Nas pernas: 1 colher de sopa para ambas.    Caso seja utilizado em quantidade menor que o necessário, o filtro solar terá sua eficácia comprometida e agirá por menos tempo, e a pele ficará exposta aos efeitos deletérios da radiação UV. Não economize o produto e não esqueça de aplicá-lo em áreas vulneráveis do corpo, como orelhas, pés e mãos.

Usuárias habituais de maquiagens ou hidratantes com FPS precisam ficar atentas quanto à real efetividade dos mesmos. Diversos produtos apresentam fator de proteção muito baixo e insuficiente para a finalidade a que se destina. O ideal é apostar em produtos com FPS acima de 30, que são mais difíceis de encontrar. Pessoas de pele negra ou morena também precisam de proteção e devem apostar em produtos com FPS 15, no mínimo, enquanto as peles mais claras requerem FPS ainda mais elevado.

Independentemente do protetor solar escolhido, certifique-se de aplicá-lo generosamente e re-aplicar, pelo menos a cada 2h, para alcançar a proteção UV indicada no rótulo do produto. Sempre após entrar na água, ou após suor excessivo, o produto deve ser re-aplicado, pois perde sua capacidade de fotoproteção. A radiação solar desestabiliza e inativa diversos componentes do fotoprotetor, por isso é fundamental a re-aplicação para garantia de proteção solar adequada.  

O filtro solar precisa ser passado em quantidade suficiente para deixar uma camada espessa e protetora. Ele deve ser espalhado em todo o corpo, inclusive orelhas, pés e mãos 30 minutos antes da exposição solar. O filtro deve ser repassado, também em quantidade significativa, 20 a 30 minutos após o início da exposição. Depois disso ele será passado novamente a cada duas horas.

O produto deve ser escolhido de acordo com o tipo de pele. Em geral, para peles oleosas são recomendados os produtos em gel, gel creme ou loções oil free (sem óleo). Já quem sofre com a pele ressecada deve optar por loções mais cremosas Além disso, há no mercado muitos cosméticos com tecnologias sofisticadas que aliam a proteção solar a substâncias hidratantes e antifotoenvelhecimento. Uma das coisas que diferencia um fotoprotetor de boa qualidade de um de qualidade inferior é a proteção contra radiação ultravioleta A (UVA). Os bons filtros têm fator de proteção contra UVA mais amplo, geralmente declarado na embalagem com as siglas PPD/IPD. O fator FPS está relacionado somente à proteção contra os raios UVB. No entanto, ainda não há consenso para classificar e denominar a proteção contra o UVA. O mais prático, é procurar nas embalagens a seguinte frase: "proteção solar máxima UVA/UVB”. Mesmo porque, já se sabe que os dois tipos de radiação solar ultravioleta estão relacionados ao aparecimento do câncer de pele e fotoenvelhecimento. O FPS sinaliza quantas vezes mais a pele receberá proteção extra após a aplicação do produto. O ideal é que seja usado um produto de pelo menos fator 30.
 
Como manter a pele morena por mais tempo?
Alimentação equilibrada, ingestão adequada de líquidos, tomar sol na medida certa, usar constantemente filtro solar passando em toda o corpo, várias vezes ao dia e de maneira adequada, espalhando-o bem, usar chapéu e óculos escuros e hidratantes pós-sol; são medidas fundamentais para bronzear-se de maneira saudável e manter o bronzeado por mais tempo. Alguns suplementos por via oral, contendo beta-caroteno, vitamina C, licopeno, entre outros; podem evitar as queimaduras solares, potencializar e prolongar o bronzeado e inibir radicais livres, mas devem ser indicados pelo médico dermatologista.

A hidratação da pele no pós-sol é de extrema importância para mantê-la com aparência saudável. O hidratante adequado vai depender das características individuais da pele de cada um. Com a pele hidratada, mantemos a barreira cutânea íntegra, o que impede a descamação e aparecimento de áreas de coloração opaca, mantendo o tom bronzeado por mais tempo.

Infelizmente os efeitos do sol na pele são sempre cumulativos e acontecem desde a primeira infância, desde o primeiro raio de sol atingindo-a. Além disso deve-se considerar a cor da pele da pessoa e que cuidados ela teve até então.

O protetor solar deve ser escolhido de acordo com o tipo de pele. Em geral, para peles oleosas são recomendados os produtos em gel, gel creme ou loções oil free (sem óleo). Já quem sofre com a pele ressecada deve optar por loções mais cremosas Além disso, há no mercado muitos cosméticos com tecnologias sofisticadas que aliam a proteção solar a substâncias hidratantes e antifotoenvelhecimento. Uma das coisas que diferencia um fotoprotetor de boa qualidade de um de qualidade inferior é a proteção contra radiação ultravioleta A (UVA). Os bons filtros têm fator de proteção contra UVA mais amplo, geralmente declarado na embalagem com as siglas PPD/IPD. O fator FPS está relacionado somente à proteção contra os raios UVB. No entanto, ainda não há consenso para classificar e denominar a proteção contra o UVA. O mais prático, é procurar nas embalagens a seguinte frase: "proteção solar máxima UVA/UVB”. Mesmo porque, já se sabe que os dois tipos de radiação solar ultravioleta estão relacionados ao aparecimento do câncer de pele e fotoenvelhecimento. O FPS sinaliza quantas vezes mais a pele receberá proteção extra após a aplicação do produto.
 
Atenção: Sol em excesso é perigoso até com fotoprotetor! Muita gente se ilude achando que usar um FPS alto só uma vez ao dia ou um FPS baixo várias vezes ao dia as protege adequadamente, e acabam se expondo exageradamente ao sol. Ou muitas vezes não espalham o produto uniformemente em toda pele, nem após contato com a água. Muitos também acreditam que usar FPS significa, automaticamente, que podem abusar do sol a todo momento. Nessa ilusão, muita gente tem sofrido os males devidos ao sol bem mais precocemente. Todo cuidado é pouco!
Proteção Solar e Bronzeado
Toda e qualquer exposição ao sol, seja em praias, piscinas, montanhas etc, deve ser feita de forma consciente e com proteção adequada. É de extrema importância que o produto a ser utilizado tenha amplo espectro de proteção, ou seja, proteja conta os raios UVA e UVB, dessa forma evita-se o câncer e o envelhecimento precoce da pele.
 
Existem produtos no mercado com a proposta de acelerar ou potencializar o bronzeado (bronzeadores), que geralmente não oferecem fotoproteção e podem oferecer riscos. Esses produtos podem ser utilizados, desde que sejam aprovados pelos órgão regulamentadores (ANVISA) e seu uso seja associado aos fotoprotetores efetivos.

Para reagir aos efeitos dos raios UVA e UVB, a pele produz mais melanina, escurecendo-se na tentativa de produzir uma auto-proteção natural. O resultado do escurecimento da pele começou a ser valorizado pela estética e pela moda, sendo considerado um efeito saudável para a aparência da pele. Por isso tanta gente se expôs ao sol de forma inadequada durante várias décadas, visando o chamado “bronzeado perfeito”. Para aumentar o potencial de bronzeamento, foi inventado um produto composto por tirosina, uma substância que atua acelerando a produção natural de melanina e induzindo a maior pigmentação, mesmo das peles mais claras. A tirosina é um aminoácido que age na pele atingindo os melanócitos que são as células especializadas em produção de melanina.

Exposta ao sol, com ou sem bronzeador, a melanina sempre será produzida para tingir a pele visando impedir a passagem demasiada da radiação solar e consequente dano celular. Algumas peles, mais claras, terão menos proteção por conta da menor capacidade (determinada geneticamente) de produção melanina e os eritemas e queimaduras ocorrerão com maior freqüência e em menor tempo. Já a pele negra, que possui a melanina como proteção abundante, não precisará se bronzear como resposta a agressão do sol.

O filtro solar e o bronzeador são substâncias diferentes e o uso de uma não atrapalha em nada a performance da outra. O filtro tem o papel de criar uma barreira artificial os efeitos nocivos dos raios solares sobre a pele e o bronzeador é um produto que acelera a produção da melanina em qualquer tipo de exposição solar.

Na verdade, a maioria dos bronzeadores disponíveis hoje no mercado nacional e internacional são dotados de filtros solares, geralmente muito potentes. Da mesma forma, é possível adquirir vários tipos de filtros que contêm bronzeadores em sua composição.

Com o uso dos dois produtos conjugados o efeito que se tem é muito mais eficiente, pois o bronzeamento ocorre, rapidamente, não necessitando que a pessoa abuse da exposição solar para obter um efeito estético agradável na pele. Além do mais, o bronzeado obtido de forma mais saudável e natural e o resultado disso é que ele vai se perdendo aos poucos, com o passar do tempo, não gerando o efeito desagradável do “descascamento” que, além de feio, pode deixar marcas mais perenes sobre a pele.

Alimentação equilibrada, ingestão adequada de líquidos, tomar sol na medida certa, usar constantemente filtro solar passando em toda o corpo, várias vezes ao dia e de maneira adequada, espalhando-o bem, usar chapéu e óculos escuros e hidratantes pós-sol; são medidas fundamentais para bronzear-se de maneira saudável e manter o bronzeado por mais tempo. Alguns suplementos por via oral, contendo beta-caroteno, vitamina C, licopeno, entre outros; podem evitar as queimaduras solares, potencializar e prolongar o bronzeado e inibir radicais livres, mas devem ser indicados pelo médico dermatologista.

A hidratação da pele no pós-sol é de extrema importância para mantê-la com aparência saudável. O hidratante adequado vai depender das características individuais da pele de cada um. Com a pele hidratada, mantemos a barreira cutânea íntegra, o que impede a descamação e aparecimento de áreas de coloração opaca, mantendo o tom bronzeado por mais tempo.
Infelizmente os efeitos do sol na pele são sempre cumulativos e acontecem desde a primeira infância, desde o primeiro raio de sol atingindo-a. Além disso deve-se considerar a cor da pele da pessoa e que cuidados ela teve até então.

O protetor solar deve ser escolhido de acordo com o tipo de pele. Em geral, para peles oleosas são recomendados os produtos em gel, gel creme ou loções oil free (sem óleo). Já quem sofre com a pele ressecada deve optar por loções mais cremosas Além disso, há no mercado muitos cosméticos com tecnologias sofisticadas que aliam a proteção solar a substâncias hidratantes e anti-fotoenvelhecimento. Uma das coisas que diferencia um fotoprotetor de boa qualidade de um de qualidade inferior é a proteção contra radiação ultravioleta A (UVA). Os bons filtros têm fator de proteção contra UVA mais amplo, geralmente declarado na embalagem com as siglas PPD/IPD. O fator FPS está relacionado somente à proteção contra os raios UVB. No entanto, ainda não há consenso para classificar e denominar a proteção contra o UVA. O mais prático, é procurar nas embalagens a seguinte frase: "proteção solar máxima UVA/UVB”. Mesmo porque, já se sabe que os dois tipos de radiação solar ultravioleta estão relacionados ao aparecimento do câncer de pele e fotoenvelhecimento. O FPS sinaliza quantas vezes mais a pele receberá proteção extra após a aplicação do produto.
 
Atenção: Sol em excesso é perigoso até com fotoprotetor! Muita gente se ilude achando que usar um FPS alto só uma vez ao dia ou um FPS baixo várias vezes ao dia as protege adequadamente, e acabam se expondo exageradamente ao sol. Ou muitas vezes não espalham o produto uniformemente em toda pele, nem após contato com a água. Muitos também acreditam que usar FPS significa, automaticamente, que podem abusar do sol a todo momento. Nessa ilusão, muita gente tem sofrido os males devidos ao sol bem mais precocemente. Todo cuidado é pouco!
 
 
Dicas de como usar o fotoprotetor:
  • Escolha sempre FPS 30 (ou maior, se seu médico assim orientar), prefira também os que protejam contra os raios UVA, UVB (ultravioleta A e B); já existem os que protegem contra a radiação infravermelha (verificar embalagem).
  • Se sua pele for seca prefira cremes ou loções;
  • Se sua pele for oleosa prefira os géis ou loções mais suaves;
  • Aplique 20 minutos antes de se expor ao sol, em todo o rosto e corpo (equivale a cerca de 4 a 7 colheres do produto), espalhando-o de modo bem homogêneo;
  • É aconselhável a reaplicação pelo menos a cada 2 horas (se estiver no litoral ou clube) ou após cada mergulho (mesmo os que são à prova d´água acabam saindo em maior ou menor grau). Na cidade, aplique a cada 3 ou 4 horas em toda área que estiver exposta à luz. Se transpirar demais, também é aconselhável reaplicar mais vezes;
  • Não se esqueça das orelhas, nuca, dorso dos pés;
  • Caso não haja restrições, use também os fotoprotetores labiais no nariz e ao redor dos olhos;
  • Mesmo usando protetor, não fique ao sol entre 10 e 16 hs. Se tiver de se expor, permaneça na sombra usndo também camiseta, boné e óculos de sol; estar na sombra não significa estar completamente protegido, pois a luz se reflete na areia, água, mar, neve, cimento, atingindo a pele;
  • O uso dos fotoprotetores não deve se limitar ao verão, mas ao ano todo, mesmo nos dias mais nublados.
  • Sobre os Auto-bronzeadores:
 
Os autobronzeadores são uma ótima opção para as mulheres que desejam obter um bronzeado saudável sem se expor aos danos proporcionados pela radiação solar. O produto contém dihidroxiacetona (DHA), um açúcar que reage com a queratina da pele, produzindo uma substância amarronzada, a melanoidina. A reação é saudável e não faz mal ao organismo. No entanto, é importante que saiba aplicar o produto da forma correta, já que, quando mal espalhado, pode provocar manchas alaranjadas.
 
Esfoliação
Antes de aplicar o produto, faça uma esfoliação no banho para eliminar o excesso de células mortas. Depois do banho, seque-se bem e não passe nenhum outro creme ou hidratante antes do autobronzeador.
 
Aplicação
É importante que usar luvas ou lavar as mãos logo em seguida. Caso contrário, a palma também ficará tingida, podendo até manchar sua roupa.
 
Distribuição
O autobronzeador deve ser aplicado com movimentos longos e metódicos para assegurar uma distribuição uniforme. O bronzeado costuma ficar mais escuro em certas zonas do corpo, como calcanhares, joelhos e cotovelos. Caso isso aconteça, passe um algodão umedecido nessas partes para diluir a tonalidade do autobronzeador.
 
Face
Ao aplicar o autobronzeador no rosto, coloque um pouco na testa, nariz, queixo, maçãs do rosto e pescoço, e depois espalhe bem o produto, de dentro para fora. Não esqueça regiões como nuca e zona atrás das orelhas.
 
Pele dourada
Após a primeira aplicação, o produto pode ser reaplicado diariamente até que obtenha o efeito desejado. Para manter a cor, aplique o autobronzeador 1 a 2 x por semana. Espere aproximadamente 30 minutos antes de se vestir, até que o produto seque totalmente.
Não esqueça também que pele bronzeada não é sinal de pele protegida. É sempre necessário usar fator de proteção solar para prevenir os danos à pele.

Jet Bronze - Bronzeamento a jato:
Trata-se de um spray autobronzeador que elimina uma substância líquida e transparente em todo o corpo, a qual reage com a melanina da pele, estimulando o escurecimento.

Antes da aplicação, a pele é lavada e esfoliada para retirar a camada córnea, visando o aumento da penetração do produto e a uniformidade da aplicação, que dura aproximadamente 30 minutos: 10 minutos para a aplicação e, em média, de 15 a 20 minutos para a secagem completa. O produto é aplicado em todo o corpo. Deve-se ter cuidado para aplicar o jato em quantidade homogênea e em todas as partes do corpo. O resultado final pode ser notado aproximadamente oito horas após o final da sessão.

A técnica é segura e pode ser aplicada em todos os tipos de pele a partir dos 15 anos, tem risco zero de câncer e não provoca o envelhecimento precoce. O bronzeamento a jato também é indicado para mulheres que sofrem de sensibilidade ao sol, portadoras de alguma doença de pele ou qualquer outro problema que não permite que se exponham ao sol. Além de oferecer um bronzeado sem riscos à saúde, disfarça imperfeições da pele como estrias, celulites e manchas. A duração pode variar de 7 a 12 dias. O produto não penetra na pele, logo, a cor bronzeada permanece apenas na camada cutânea mais superficial.

O bronzeamento a jato não possui nenhuma restrição quanto à periodicidade de uso, e pode ser aplicado semanalmente para manter o bronzeado durante o período desejado. Não é recomendada a aplicação em gestantes, pessoas alérgicas à substância dihidroxiacetona  e que apresentem ferimentos na pele.

Após a aplicação, é importante evitar o uso de buchas, atritos na pele e suor excessivo. Abuse do uso dos hidratantes livres de óleos. Nunca esfolie a pele após aplicação e não tome banho durante oito horas após o bronzeamento. Também é recomendado evitar banhos de imersão ou muito quentes e não depilar ou descolorir os pelos após a aplicação do produto. Ainda que seja permitido tomar sol após o procedimento, o uso de protetor solar é essencial, pois o bronzeamento a jato não protege contra os raios solares.
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